quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Pessoas – Nossa maior prioridade

Quando um líder não encontra tempo para se dedicar à sua equipe, seus colaboradores se sentem negligenciados e começam a achar que seu chefe não está interessado em seu trabalho, e em seus problemas. Como nem sempre podemos estar presentes, é essencial que reservemos um tempo para circularmos pelo escritório e batermos um papo com as pessoas enquanto tomamos um café.

Estar disponível aos funcionários não é apenas estar à disposição para dar instruções. O mais importante é estar disponível para entender o que está acontecendo em sua vida profissional e caso haja abertura em sua vida pessoal. Quem deseja ser um bom líder deve estar atendo a essas coisas. Às vezes as pessoas precisam falar dos seus problemas e, dessa maneira, necessitam de alguém para ouvi-las.

Principalmente no ambiente de trabalho, o líder deve estar disponível para resolver todas as questões que estejam relacionadas e esse ambiente. Para tanto um líder deve estar atento aos problemas e também aos obstáculos que seus colaboradores estão encontrando.

A postura de alguém em relação à vida não se reflete no modo como ela gasta o seu dinheiro e sim no modo como ela gasta o próprio tempo e nas coisas que ela determina como sendo prioridades em sua vida.

Um abraço a todos.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Gerenciar a emoção.

“Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho, mas na escolha da direção errada...” – Augusto Cury.


Gerenciar a emoção é capacitar o eu para administrar a energia emocional. É expandir a energia do amor, da satisfação e da paz interior. É destruir as algemas da ansiedade e do medo. É libertar-se do cárcere da emoção.

Gerenciar a emoção é o alicerce de uma vida encantadora. É construir dias felizes, mesmo nos períodos de tristeza. É resgatar o sentido da vida. Não podemos ter dois senhores: ou dominamos nossa emoção ou somos dominados por ela.

Gerenciar a emoção é a ferramenta básica da inteligência. Devemos ensinar aos nossos jovens a criticar e filtrar suas emoções e a enfrentar as rejeições, as angústias e as dificuldades da vida. Dessa maneira eles evitarão a ansiedade, a depressão e se tornarão mais sensíveis não apenas aos próprios problemas como também ao sofrimento alheio.

Governe suas emoções para ter esperança e brindar sua vida com coisas belas e maravilhosas.


Um abraço a todos.
Estou lendo um livro essa semana que estou gostando muito. A intenção ao comprá-lo foi buscar alternativas na literatura para incentivar as pessoas que trabalham comigo. Esse é um ponto chave para mim desde que me tornei um líder: motivar pessoas. Sei que o caminho é árduo e às vezes cometo meus deslizes, mas quem não o faz? O importante é saber se estou aprendendo com meus erros ou se eles estão passando despercebidos por mim...

“Um chefe competente lhe dirá o seguinte: O que mais importa são as pessoas. Um incompetente lhe dirá: O que mais importa é o lucro”. Confúcio disse: “o que você traz no coração é mais importante do que o que você traz em sua bolsa”.

Ao começar qualquer projeto, um líder tem que colocar algumas coisas em prática. Muitas delas envolvem motivação, incentivo aos seus colaboradores. Abaixo cito algumas delas:

1. Faça das pessoas sua maior prioridade
2. Seja um exemplo.
3. Estabeleça objetivos (sonhe).
4. Contrate bons profissionais. (Eu prefiro formá-los).
5. Pague salários competitivos. (Essa é uma velha reclamação minha).
6. Personalize seus relacionamentos.
7. Demonstre confiança em sua equipe.
8. Comunique-se
9. Incentive o aprendizado.
10. Saída o que deseja ser na vida.
11. Aceite sugestões.
12. Avalie o que é importante.

Mais pra frente falarei de cada um desses pontos.

"De Olho da Equipe - David Freemantle"

Um abraço a todos.

Ser Feliz

Acredito piamente que ser feliz não é ter uma vida sem perdas nem frustrações. Ser feliz é ser alegre, mesmo que você venha a chorar. É viver profundamente, nunca deixando de sonhar, mesmo que, de vez em quando, tenha um pesadelo. A felicidade consiste em dialogar consigo mesmo, independente da solidão.

Ser feliz é se sentir sempre jovem, mesmo que os cabelos brancos comecem a aparecer. É contar histórias para os filhos, mesmo que se sinta cansado. É amar o próximo, mesmo sem ser compreendido. É transformar os erros do dia de hoje em acertos do amanhã.

Ser feliz é saber extrair das pequenas coisas grandes emoções. É encontrar no dia a dia motivos para sorrir. É rir das próprias tolices.

Ser feliz é não desistir de amar. É ter amigos para compartilhar as alegrias e tristezas. É agradecer a Deus pelo espetáculo da vida...

E você, quais as coisas que o fazem feliz?

Um abraço a todos.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Time is Money.

Por que controlar o tempo? Essa é uma pergunta que ouço muitas vezes. Por convicção acredito que por duas razões, o atraso é um dos nossos piores inimigos.

A primeira razão todos nós conhecemos. Quem é que nunca ouviu a frase: “Tempo é dinheiro?”. Todos pensam assim. A empresa que você trabalha pensa assim. Seus pais pensam assim. Seus namorados, maridos e esposas pensam da mesma maneira. Lembre-se: enquanto você está envolvido em uma tarefa, seja ela qual for, não pode assumir outra. Dentro de uma empresa, se o tempo de uma atividade se estende, ela tem que colocar outra pessoa para cumprir aquele trabalho. Além do mais, os clientes da empresa não gostam de atrasos.

Em qualquer relacionamento, saber cumprir prazos é fundamental para que esse relacionamento se torne duradouro.

Uma sugestão boa para aqueles que não conseguem ser pontuais é sempre contar com os imprevistos. Toda atividade, qualquer que seja ela, até mesmo um simples banho, pode apresentar um imprevisto. Imagine se o chuveiro queima... Outra sugestão é fazer uma coisa de cada vez. Tenha em mente o tempo que você gastará para fazer cada uma das suas atividades. Outra coisa: aprenda a delegar. Procure sempre alguém que possa ajudá-lo em seus afazeres. Nem que seja pedir ao seu irmão mais novo que coloque a roupa suja no cesto de roupa. Dessa maneira você estará ganhando um tempo precioso e não deixará a sua namorada (o) esperando.

Bom, é isso. Eu digo para quem quiser ouvir que sou extremamente chato com horário. Na verdade chega a ser quase uma obsessão. É uma coisa a ser trabalhada em minha vida. Nenhum extremo é sadio, todavia no ambiente corporativo que trabalho, os prazos são muito importantes e devem sempre ser cumpridos.

Pensem nisso: Ao atrasar, vocês estão tomando o tempo de alguém, ou seja, algo que não lhe pertence.

Um abraço a todos.

Você faz a diferença?

A semana que passou trouxe desafios para o meu serviço. Por causa de uma determinada fiscalização, fomos solicitados a apresentar certos relatórios que não se encontravam disponíveis naquele instante. O prazo era exíguo, e não tínhamos outra solução a não ser “nos virar”.

Diante do desafio apresentado, conversei com as pessoas que trabalham diretamente comigo. Nós nos deparamos com a seguinte situação: vai ser pouco provável conseguirmos imprimir os relatórios em tão pouco tempo. O que fazer então?

Bem, a minha resposta foi simples: temos que ser diferenciados. Essa é a realidade que separa a pessoa normal daquela que se sobressai em qualquer situação. Fazer a diferença. Tornar-se distinto.

Meu desafio a todos era levantar todas as variáveis que envolviam a impressão dos relatórios e trabalhá-las da melhor maneira possível. A cada dia uma coisa foi sendo adaptada. Trocar a impressora, trocar de sistema, trocar de servidor. Tudo o que foi necessário ao cumprimento da nossa meta foi feito. Ao final da semana, os relatórios estavam prontos para atender à solicitação.

A realidade que nos cerca é pueril. Ou somos diferenciados ou seremos mais um na multidão. Eu opto pela primeira opção. E trabalho para que todos que estão ao meu redor ajam da mesma maneira. Ser mais um em meio a tantos não me parece a melhor opção para quem quer mudar a sua vida.

E você, qual a sua opção?

Um abraço a todos.

Para refletir.

Talvez o principal obstáculo ao nosso pensamento, digo “bom pensamento” -aquele eficiente, é o nosso ego. As pessoas tendem a se valer do pensamento como um veículo para se exibir. Dessa forma, se utilizam dele para atacar e derrotar outros indivíduos, impor opiniões e demonstrar esperteza e inteligência.


Existem pessoas que decidem discordar de uma opinião somente para mostrar que podem superar quem apresentou aquele ponto de vista. Se uma outra pessoa tivesse expressado a mesma idéia, provavelmente elas concordariam integralmente com ele. Em geral, nós não percebemos até que ponto nosso ego pode obstruir um pensamento eficiente.


O que quero dizer é que as pessoas normalmente não escolhem a discussão porque esse é o melhor método para se falar de um assunto. As pessoas simplesmente não conhecem outro meio de agir.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Você faz a diferença?

A semana que passou trouxe desafios para o meu serviço. Por causa de uma determinada fiscalização, fomos solicitados a apresentar certos relatórios que não se encontravam disponíveis naquele instante. O prazo era exíguo, e não tínhamos outra solução a não ser “nos virar”.

Diante do desafio apresentado, conversei com as pessoas que trabalham diretamente comigo. Nós nos deparamos com a seguinte situação: vai ser pouco provável conseguirmos imprimir os relatórios em tão pouco tempo. O que fazer então?

Bem, a minha resposta foi simples: temos que ser diferenciados. Essa é a realidade que separa a pessoa normal daquela que se sobressai em qualquer situação. Fazer a diferença. Tornar-se distinto.

Meu desafio a todos era levantar todas as variáveis que envolviam a impressão dos relatórios e trabalhá-las da melhor maneira possível. A cada dia uma coisa foi sendo adaptada. Trocar a impressora, trocar de sistema, trocar de servidor. Tudo o que foi necessário ao cumprimento da nossa meta foi feito. Ao final da semana, os relatórios estavam prontos para atender à solicitação.

A realidade que nos cerca é pueril. Ou somos diferenciados ou seremos mais um na multidão. Eu opto pela primeira opção. E trabalho para que todos que estão ao meu redor ajam da mesma maneira. Ser mais um em meio a tantos não me parece a melhor opção para quem quer mudar a sua vida.

E você, qual a sua opção?

Um abraço a todos.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Uma Coisa de Cada Vez.

Sempre que estamos em busca de respostas para “n” questões do nosso dia a dia, a confusão sempre aparece como nossa maior inimiga. Ela é contrária ao nosso pensamento, pois, ao se manifestar, passamos a fazer várias coisas ao mesmo tempo. De uma só vez, saímos em busca de idéias, informações, opções, sem sermos cautelosos em relação ao nosso objetivo.

Se imaginem tentando fazer malabarismo com várias bolas ao mesmo tempo. Esse é um procedimento que requer treinamento e habilidade. Agora se imagine jogando apenas uma bola de cada vez. Bem mais simples, certo?

O que estou tentando fazer, principalmente em relação ao meu trabalho e estudos, é fazer apenas uma coisa de cada vez. Ou saio em busca de novas idéias, ou tento encontrar os desafios da situação, ou corro atrás de informações, mas não quero mais fazer todas essas coisas ao mesmo tempo.

Tudo isso se resume a focar o pensamento. Até mesmo por utilizarmos diferentes características quando estamos envolvidos em cada uma das situações com as quais nos deparamos no dia a dia. Não posso ser racional e emotivo ao mesmo tempo. Se estou apreensivo, dificilmente verei os benefícios de uma situação. Essa é a realidade.

Como exemplo, posso citar uma dinâmica da qual participei outro dia. Na verdade era uma palestra de apresentação do novo RH do Supermercados BH. Em determinado momento o palestrante passa um vídeo no qual solicita que as pessoas contem quantos indivíduos de camisa branca aparecem em uma cena. Praticamente todos acertam quantas pessoas estavam de camiseta branca na cena, mas pouquíssimas percebem que durante o vídeo, uma pessoa fantasiada de gorila passa no meio das pessoas. O motivo dessa distração? Eles estavam pensando apenas nas pessoas de camisa branca. E isso tem os seus benefícios. Ninguém estava distraído com outras coisas.

Bem, verei se isso vai funcionar. Mais pra frente faço uma postagem comentando os resultados.

Abraço a todos.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Pensamento.

Como disse em minha última postagem, talvez essa seja a hora de recomeçar. Espero estar certo quanto a esse recomeço. Vamos devagar para ver qual o final dessa nova caminhada.


“O fracasso jamais o surpreenderá se sua decisão de vencer for suficientemente forte” – Og Mandino.


Abraço a todos.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Parabéns BH

O Caderno de Economia do jornal Estado de Minas, que circulou nesse último domingo, trouxe uma reportagem com o Sr. Pedro Lourenço de Oliveira, sócio fundador da Rede Supermercadista Supermercados BH, da região metropolitana de Belo Horizonte. O interessante da matéria é a simplicidade demonstrada pelo Sr. Pedro ao responder às perguntas formuladas pelo jornal. Essa é uma característica marcante de sua personalidade. Nessa vida todos nós passamos por mudanças, mas no caso dele, houve a preferência por manter-se humilde. Não quero dizer que por ser humilde não haja ambição em sua pessoa. Pelo contrário. Vimos pela reportagem que a previsão dele é que o Supermercado chegue à marca de 1 bilhão de reais de faturamento nos próximos anos. Isso realmente é fantástico para uma empresa que acaba de completar 10 anos de vida.

Tenho imenso prazer de fazer parte dessa família. Já são seis anos prestando serviços ao Supermercado sendo que três deles como funcionário. Sinto-me lisonjeado de contribuir com meu trabalho e dedicação para o crescimento da rede. Segundo dados publicados recentemente pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados), já somos a 15ª rede de Supermercados do país. Isso é extremamente gratificante. Espero continuar a ver a empresa prosperando e “de quebra” ver meu crescimento junto dela.

Sei que tudo na vida tem suas dificuldades, mas sei também que se tiver fé e forças para continuar, o trabalho e a dedicação de todos que aqui trabalham continuarão a serem recompensados.

Um abraço a todos.

Obs.: Vocês devem ter percebido que recentemente não tenho feito postagens. A realidade é que acredito estar passando por uma “seca”. Não sei se é falta de vontade de escrever ou falta de assunto simplesmente. Continuo lendo, me inteirando das novidades, me interessando por tudo, mas minha mente se nega a ser criativa e me dar algo de bom para postar. Dessa maneira estou meio “parado”. Espero em breve retornar com meus textos.

terça-feira, 1 de abril de 2008

De volta ao assunto...

Já falei muito sobre motivação, sobre o que desejamos em nossas vidas e sobre aonde queremos chegar. Não são poucas as vezes que nos deparamos com pessoas se queixando do pouco valor que recebem. Bem vejamos:

Qual é efetivamente o seu valor? Você é capaz de mensurá-lo? Vamos refletir um pouco. Em todo lugar somos influenciados diretamente pela lei da oferta de da demanda. Além isso, devemos pensar em qualidade. Explico. Se eu como contabilista tenho um determinado valor, esse valor é diretamente relacionado com a oferta e demanda de contabilistas pelo mercado de trabalho. Um profissional é mais valorizado quando a sua procura no mercado é maior do que sua oferta. Mas não para por aí. Qual é a qualidade do serviço que ofereço? Durante a minha formação eu realmente procurei aprender ou apenas enrolei para me formar? O mercado de trabalho está em busca de pessoas que agreguem valor às empresas. Não adianta ficarmos parados esperando que um ótimo emprego apareça diante de nossos olhos. Temos que sair em busca dele, e durante o percurso nos prepararmos para quando o encontrarmos.

Na realidade, somos valorizados pela influência que temos. O mercado de trabalho nos valoriza pelo valor que podemos acrescentar às empresas, pela qualidade do serviço que prestamos. Temos que estar aptos a resolver o maior número de problemas do maior número de pessoas possível.
Se você acha que tem uma missão, vou te dar uma dica: Enquanto você respirar, sua missão ainda não está completa.

Pensamento

Se você não está convicto e determinado a fazer aquilo que deseja, provavelmente você não obterá o que deseja.

terça-feira, 25 de março de 2008

Pensamento II.

"O Conformismo é o carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento." (John Kennedy)

Pensamento.

"O começo é mais do que a metade do todo." (Horácio)

Pensem nisso.

Semana passada tivemos uma reunião no escritório. Tal como dito a alguns dias atrás, coloquei-me a disposição para “ouvir” o que as pessoas tinham para falar através do questionário que postei aqui no Blog. Foi interessante.

Em primeiro lugar me surpreendi com a sinceridade que encontrei naquelas respostas. Muita gente escreveu exatamente o que estava passando pela própria cabeça. Pelo menos essa foi a minha impressão. Todavia não sou obrigado a concordar com tudo o que estava lá escrito. Afinal de contas, tudo não passa de pontos de vista. Muita coisa foi totalmente cabível, mas...

Só para exemplificar, fui questionado a respeito do que eu faria se estivesse no lugar de muitos dos meus colaboradores. Imagino que alguém esperava me colocar em alguma “sinuca de bico” com aquela pergunta, mas isso não aconteceu. Eu trabalho com Departamento Fiscal a exatos seis anos. Desde que comecei em abril de 2002, muita coisa ocorreu em minha vida. Profissionalmente nem se fala.

Quando comecei, minha função era apenas digitar notas fiscais sem saber ao certo o motivo pelo qual fazia aquele serviço. Inconformado que sou, me dispus a gastar meu tempo entendendo qual era o real intuito de uma empresa em proceder com sua escrita fiscal. Dali por diante, fui me inteirando de toda a rotina do departamento até chegar ao ponto que ter o próprio contabilista da empresa respondendo diretamente a mim. Não pensem que foi fácil. O caminho trilhado envolveu muito choro, raiva, desgaste (cheguei a trabalhar 4 meses sem sábados, domigos ou feriados). Isso sem falar que eu não tinha formação acadêmica na área. Entretanto isso não era importante naquele momento. Eu precisava dominar toda a rotina do departamento para me decidir se queria aquilo para mim. De lá pra cá fui me ajeitando nessa função. Fechamos o escritório, nos transferimos para dentro do escritório central do Supermercado e continuo a cumprir com minhas obrigações.

Se você pensa que estou acomodado, de jeito nenhum. O caminho a ser trilhado ainda está quiçá pela metade. Ainda tenho muito para crescer e desenvolver. Agora, se fosse para eu ficar desde o início pensando que aquele não era um serviço para mim, que eu deveria buscar coisa melhor para mim (fora dalí), que a vida de escrituração não me levaria a lugar nenhum, lá estaria eu... ou quem sabe cá estaria eu, mas apenas como um digitador ou “escriturador” de notas fiscais.

Não quero que essa postagem seja interpretada como crítica a ninguém. Muito pelo contrário, minha vontade é de levar ânimo e encorajamento a todos aqueles que precisam entender que para se crescer na vida é preciso coragem, além de atitude.

Lembro-me de um fato ocorrido a alguns meses atrás (poucos). Algumas pessoas que trabalham comigo foram fazer entrevista e testes em uma outra contabilidade que estava oferecendo emprego na área fiscal. O salário era mais de duas vezes o que eles ganham aqui. Minha atitude? Foi de incentivo, que eles fossem e conseguissem a vaga. Todavia chegando lá eles foram inquiridos por uma série de questões que envolviam a parte teórica de um escritório de contabilidade. Mais especificamente de sua área fiscal. O que aconteceu? Eles voltaram para trás dizendo que não sabiam responder a maioria das questões. Minha atitude? Incentivá-los. Talvez eles não enxergaram isso, mas eu sempre procuro dar ânimo a eles (do meu jeito). Ademais eu não posso fazer nada no lugar deles. Quem quer aprender tem que se esforçar, batalhar. Essa verdade vale para todos os outros que permanecem aqui comigo.

Ah, e não adianta sair daqui para ganhar um pouco mais e continuar na mesmice. A realidade é que podemos encontrar alguém que nos pague mais alguns “Reais”, mas o que isso adiantará se permanecermos sem instrução? O que isso importará em nossa caminhada para a liberdade financeira? Mudar vale a pena se for para crescer.

Outro dia li num livro uma citação. Vou deixa-la na forma de pensamento:

"Se você acha que a educação custa caro, tente a ignorância!" (Berek Bok)

Pensem nisso.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Adaptação.

Outro dia li um trecho interessante em um livro. Tomando o princípio emprestado, vou fazer um paralelo levando em consideração as mais diversas áreas da nossa vida.

O exemplo que li, foi relacionado à nossa vida financeira. O livro comparava o nosso nível de sucesso financeiro a uma sala controlada por um termostato, que, sempre que a temperatura varia, é acionado de forma a manter a temperatura do ambiente no mesmo patamar. Achei que realmente faz sentido o que li, mas acredito que o princípio vá muito além do exemplo citado. Ele vale para toda nossa vida.

Agora, nesse exato instante, estou com o ar condicionado da minha sala ligado. Qual o meu intuito? Deixar a temperatura do ambiente de acordo com o que é agradável ao meu corpo. E o que acontecerá? Exatamente isso, ou próximo disso. E, assim que a temperatura ficar ideal, o ar condicionado desligará, voltando a ligar apenas quando a temperatura se elevar novamente.

Nossa vida funciona dessa maneira. Todos nós temos um nível de satisfação para cada área do nosso viver. Quer seja uma temperatura “espiritual”, quer financeira, quer seja relacionada ao nosso peso, à nossa alegria, sempre teremos um termostato ligando e desligando na medida que voltamos ao nosso nível de conforto. Nesse exato instante eu sinto que vários termômetros do meu ser estão em funcionamento. Vamos a eles: vida espiritual (a temperatura precisa subir), minha saúde (a pressão precisa cair, e o peso também), minha felicidade (precisamos elevá-la) e por aí em diante.

Agora, o que estou aprendendo é que muitas vezes não atingimos o ponto ideal que desejamos porque o nosso termostato está desajustado. Dessa maneira nunca alcançamos a temperatura ideal para aquela área específica de nossa vida. Tal como disse T. Harv Eker em seu “Os segredos da mente milionária”, a melhor coisa que fazemos nesse caso, é zerarmos o termostato para depois ajustá-lo novamente. Dessa maneira você pode adequá-lo para a temperatura ideal para o momento que você está vivendo. Cada fase da vida precisa de um ajuste, mesmo que pequeno. E se nos esquecermos que temos esse “termostato”, que precisa ser ajustado, ficaremos sempre voltando ao mesmo lugar.

Um abraço a todos.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Livro.

Até que enfim saí do lugar. Finalmente terminei o 3º Capítulo do livro. Que Deus continue me abençoando nessa empreitada.
Abraços.

Reflexão.

Tem pessoas que afirmam que “dinheiro não traz felicidade”. Por um lado posso até concordar com essa expressão, no sentido de que a vida não é feita apenas de dinheiro. Todos nós temos que nos preocupar com diversas coisas (saúde, por exemplo) que não seja o dinheiro.

Todavia a minha concordância para por aí. Recentemente lendo o livro “Os segredos de uma mente milionária”, me deparei com muitas verdades relacionadas ao fato de termos ou não dinheiro. Fico até a imaginar que o criador da frase acima não tinha dinheiro algum. Mas a questão não é essa. O que quero enfatizar é uma passagem que li no livro.

“A sua razão ou motivação para enriquecer ou fazer sucesso é crucial. Se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade”.

Mais uma vez estou eu aqui falando de motivação. Na verdade volto ao assunto pelo simples motivo dele ser essencial na vida de qualquer pessoa. Quer ao ir à Igreja se congregar com os irmãos, quer ao sair de casa para trabalhar, ou quer em pensamento (ao se imaginar ganhando dinheiro).

Tem pessoas que são motivadas pelo medo. Exatamente isso. Ao acordar e sair de casa já ficam com medo de perder o ônibus, ou de serem assaltadas no sinal, ou quem sabe de sofrerem um acidente. Passa um pouquinho e lá estão elas com medo de não ganhar o suficiente para pagar uma conta no final do mês. Qual a motivação disso tudo? O medo.

Agora imaginem essas pessoas ganhando bastante dinheiro. O que aconteceria? Elas ficariam com mais medo ainda. Medo ainda maior de serem assaltadas, seqüestradas, de pagar mais impostos, de serem confundidas com alguém que enriqueceu de maneira desonesta.

Tudo girando em torno da motivação. Eu particularmente não me vejo muito motivado pelo medo, mas sim por uma outra força tão perversa quanto. É a necessidade de mostrar que sou capaz! Talvez até mesmo pelo próprio TDAH, sou movido pela necessidade de mostrar meu valor aos outros. Confesso que tenho buscado mudar isso dentro de mim. Tenho que focar nas coisas certas para continuar caminhando. Mas mais importante do que caminhar, é caminhar para frente.
Um abraço a todos.

terça-feira, 18 de março de 2008

Até que enfim!

Bem, até que enfim comecei a colocar os prêmios e selos que recebi nesse tempo que estou postando. Peço desculpas aos amigos pela falta de jeito, mas, como expliquei anteriormente, era mais questão de vergonha por não ter tantos contatos para passar adiante os mesmos. Mas independente disso vou colocá-los aqui.

Campanha da Boa Amizade - Por Luciana - do Lucydmais.

Este Blog Faz a Diferença - Por Baby do Fazendo a Diferença.

Força Total - Por Baby do Fazendo a Diferença

Esse Blog investe em proximidade - Por Baby, do Fazendo a Diferença

Esse Blog é Show de Bola - Por Luma, do Luz de Luma

Laços de amizade - Por Luciana - do Lucydmais.

Anel da Amizade - Por Luciana - do Lucydmais

Abraços.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Pensamento.

"Pensamentos conduzem a sentimentos.
Sentimentos conduzem a ações
Ações conduzem a resultados".
T. Harv Eker

Sugestão.

Outro dia recebi uma sugestão do meu amigo Daniel quanto a uma leitura. Como tenho me dedicado bastante a esse hábito resolvi comprar o referido livro (Segredos de uma mente milionária – T. Harv Eker).

A princípio percebi que o livro traz muito daquilo que temos encontrado aos montes pelas livrarias do país afora. Esse autor é mais um daqueles que escreveu um livro baseado no famoso “Segredo”. Eu na verdade acredito que as pessoas possam atrair para si aquilo que desejam. Que existe um Deus (aquilo que eles chamam de “Força do Universo”), que age em favor daqueles que o amam e dessa maneira os abençoa.

No cômputo geral, achei bastante interessante a leitura. É sempre bom ouvirmos (ou lermos) alguém que nos empurra para frente, que nos dá ânimo novo para seguirmos em frente.

Vou ser sincero e dizer que gostei de muitas das coisas que li. Dessa maneira, nada mais justo do que compartilhar aqui alguns dos pensamentos que me chamaram a atenção. O primeiro deles seria:

“Se você quer mudar os frutos, primeiro tem que trocar as raízes – quando desejar alterar o que está visível, antes deve modificar o que está invisível”.

Nessa o autor puxou bastante para o lado da Bíblia, no meu entender. Ele questiona o famoso “ver para crer”. Nada mais do que uma constatação de que o nosso mundo físico não é nada mais do que uma extensão do mundo espiritual. Como ele mesmo diz: “Quando respeitamos as suas leis e cuidamos das nossas raízes – do nosso mundo interior -, a vida flui suavemente. Se não fizermos isso, viver se torna difícil”.


Um abraço a todos.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Dívida.

Uma coisa que preciso reconhecer é que estou em dívida com algumas pessoas. Não é de hoje que venho recebendo alguns selos (etc) e não tenho dado a devida atenção a eles. Não posso colocar a culpa na correria do dia a dia, pois me coloquei com o propósito de ter um Blog e fazer amigos a partir dele e por isso tenho que me empenhar mais em relação a ele. Até posso dizer que tenho uma certa vergonha de não ter tantos relacionamentos para poder passar adiante os selos recebidos, mas deveria ao menos recebê-los e agradecer a quem me agraciou com os mesmos. Assim sendo, começarei a partir de hoje a colocá-los aqui no Blog. Vai aqui o meu pedido de desculpas EXPRESSO a quem me encaminhou algum prêmio ou selo.
Um abraço a todos.

Pensamento II.

"O amor cura as pessoas.
Tanto aquelas que dão,
quanto aquelas que recebem".
Dr. Karl Menninger

Pensamento

"Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor" - 1Jo 4:8

Nossa Juventude.

Quem nunca se viu diante de um conflito de gerações? Em casa, no trabalho, durante os momentos de diversão, lá estão jovens e adultos divergindo em algum ponto.

Agora eu me pergunto: Qual o motivo de tanta divergência? Acredito que as gerações de hoje são criadas em ambientes totalmente diferentes do que eu, meus pais e meus avós fomos cunhados. A realidade dos jovens de hoje é permeada por coisas que não vivemos com tanta intensidade no passado. Estou me referindo a separação dos pais, a adultos sem compromisso, mentiras, traições, e conversas capciosas. Os jovens de hoje não tem de maneira alguma os mesmos exemplos que tivemos no passado. E sem termos bons exemplos, como seremos bem influenciados?

Os nossos jovens vivem impacientes e ansiosos. Não existe mais neles aquele respeito pelas pessoas mais velhas. Hoje em dia o que pesa são as realizações de uma pessoa. Quanto mais realizada mais respeitada. A imagem que passamos para os outros é que tem se tornado importante em nossa sociedade. Como vivemos “tempos modernos”, a comunicação principalmente tem mudado a tônica dos debates atuais. Nunca se ouviu falar tanto de escândalos e corrupção. As instituições acabaram por perder sua credibilidade. Não posso deixar de citar o recente escândalo envolvendo o “ex” governador de Nova York. Simplesmente um homem que era promotor de justiça, que foi auto de uma lei para punir homens que se envolvessem com prostituição, foi pego pela sua falsa moral. Ele poderá ser preso pela lei que criou. Pergunto-me: onde está a moral, os bons costumes?

Mas aos nossos jovens não cabem apenas críticas. É de se louvar a confiança que eles nos apresentam. Isso sem falar na alta capacidade que eles têm de se adaptar às mais diversas situações. Nossos jovens são bem mais maleáveis e transigentes do que éramos antigamente. Poderia querer eu juntar as características louváveis de cada geração em uma só. Mas para quê isso? Acho que cada tempo tem sua razão de ser. O que nos resta é nos adaptarmos a ele, sem perder nossos valores.
Um abraço a todos.

terça-feira, 11 de março de 2008

Pegando carona!

Hoje vou pegar carona em um capítulo do livro "Como se tornar um líder servidor - Os princípios de O Monge e o Executivo" de James C. Hunter.

O motivo é simples. Estava procurando algo que pudesse utilizar no meu trabalho para colher algumas informações de meus colaboradores. Como encontrei uma série de perguntar totalmente pertinentes no livro, decidi utilizá-las. Vou fazer uma cópia para cada pessoa que trabalha comigo e deixarei uma caixa em cima da mesa do café para que as pessoas deixem suas respostas. As perguntas são as seguintes:
1 - O que mais você aprecia no trabalho?
2 - O que mais o frustra no trabalho?
3 - Quais são os obstáculos que estão atrapalhando seu desempenho e impedindo que você mostre o melhor da sua capacidade?
4 - Como você avalia o feedback (retorno) que está recebendo sobre seu trabalho?
5 - Quais as suas necessidades que não estão sendo satisfeitas?
6 - Se puder mudar apenas uma coisa em seu trabalho, qual seria?
7 - Ao longo do último ano, quais as realizações de que mais se orgulha e por quê?
8 - Que aspectos do seu desempenho você precisa melhorar?
9 - Que objetivos você tem para os próximos 12 meses? Como você mediria esses objetivos?
10 - Que idéias você tem para ajudar a melhorar seu departamento? Cite uma.
11 - Como você avalia o compromisso de seus colegas de fazer um trabalho de qualidade?
12 - Como avalia sua satisfação no emprego?
13 - Como avalia o desempenho de seus líderes? Que sugestões você daria a ele? Cite uma.
14 - O que você faria diferente se fosse líder?
15 - Como podemos apoiá-lo melhor?
16 - Quais perguntas você faria ao seu líder (gerente)?
17 - Com que frequência você acha que deveríamos ter uma conversa (reunião) para falarmos sobre o trabalho?
Acredito que baseado nessas perguntas poderemos traçar objetivos melhores dentro da empresa bem como saberemos o que precisa ser mudado dentro do nosso departamento.
Espero obter um retorno positivo.

Motivação...

Nos últimos dias estou sem motivação para escrever. Acredito que seja em função do problema de hipertensão que estou enfrentando, associado a uma agenda cheia desde a semana passada. Ontem fui ao hospital para fazer um exame que se chama "MAPA" (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial). O exame se consiste basicamente na "instalação" no seu corpo de um dispositivo que medirá sua pressão arterial durante as próximas 24 horas. Confesso que é totalmente incômodo o uso de tal aparelho, pois a cada 20 minutos ele faz uma medição. Imaginem o transtorno para dormir... Pois é. Por isso o mal humor. O problema é que ficar mal humorado e estressado só piora a situação.
Fiquei devendo uma participação na Blogagem coletiva do último dia 08. Era para eu ter feito uma postagem falando a respeito da Violência contra a mulher. Mesmo tendo perdido o prazo, vou deixar aqui, de hoje para amanhã, minha contribuição.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Motivação

Já várias vezes perguntei aqui no Blog a respeito do que te motiva. Essa é uma questão importante se queremos permanecer por um longo tempo em uma atividade. Particularmente estou a seis anos trabalhando com Contabilidade. Quando comecei não sabia bulhufas acerca da minha função e hoje posso dizer com satisfação que domino bastante a minha área. Não que não exista mais nada para aprender. Muito pelo contrário. A cada dia procuro entender melhor meu ambiente de trabalho para poder produzir mais e obter o retorno desse meu investimento. Muitas vezes o retorno vem através apenas do reconhecimento, mas tem vezes que conseguimos um retorno na forma de remuneração. Gostaria, pois, de deixar aqui umas sugestões que li no livro do Sr. James C. Hunter:

1 - Goste do que você faz.
2 - Use sua capacidade e suas habilidades
3 - Procure crescer e se desenvolver no campo pessoal
4 - Sinta que você faz algo importante
5 - Procure fazer do seu ambiente de trabalho um local agradável.
6 - Trabalhe buscando não só seu benefício, mas o de toda sua equipe também.

Assim você possivelmente receberá bons benefícios além de ser reconhecido no seu local de trabalho e conseqüentemente receberá um salário mais adequado às suas expectativas.


Bom essa é pelo menos a teoria. Eu posso dizer que me incluo nela, uma vez que comecei trabalhando como auxiliar de departamento fiscal (escrituração de notas fiscais) e hoje me encontro na gerência da área fiscal de uma das maiores redes de supermercado de Minas Gerais e do Brasil. Mas os meus objetivos não param por aí.

Um abraço a todos.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Perfeição?

Todos nós conhecemos expressões relacionadas à perfeição. Muitas delas nos remetem a Deus, tipo “errar é humano, a perfeição é Divina”.

Cada um em si tem uma capacidade diversa. Ninguém no mundo é igual. Nem todas as pessoas estão predestinadas a serem um Einstein, um Pelé, ou que sabe um Saramago. Mas na vida o que importa não é ser perfeito, nem um gênio. O que cada ser humano pode e deve fazer é buscar forças para fazer o seu melhor. Ser perfeito é impossível, mas buscar a perfeição é totalmente plausível.

Quando se está a procura de uma melhoria na vida todo o empenho é necessário para se chegar lá. Ter confiança também é essencial, pois senão onde estará a motivação? Pelo simples fato de sermos humanos, já somos imperfeitos. Devido a essa imperfeição vamos cometer erros, decepcionaremos pessoas, causaremos problemas, mas é importante que não haja desânimo por causa disso. É extremamente relevante continuar seguindo em frente.

Nenhum objetivo é alcançado na vida sem um mínimo de esforço. O ideal, porém, é que nos esforcemos ao máximo em prol daquilo que desejamos.

Quanto a mim, tenho alguns propósitos. É claro e evidente que como portador de TDAH terei minhas limitações aumentadas. Todavia me recuso a desistir.

Um abraço a todos.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Aniversário


Hoje é o aniversário de 1 aninho da minha filhotinha. Então reservei esse espaço para desejá-la toda felicidade do mundo e toda sorte de benção vindas da parte de Deus. Além disso, vou deixar aqui minha singela homenagem a essa criança linda, alegre e sorridente que o Senhor me deu. Espero, como um mordomo fiel, tomar conta desse tesouro de Deus aqui na terra. E desejo fazer isso da melhor maneira possível.
Ps.: A mensagem que coloquei na foto foi escolhida pela votação da maioria (pai, mãe, avós, amigos).

Tomada de decisão.

O título da postagem mais parece o de algum texto contábil, vez que sempre falamos no ambiente da contabilidade em tomada de decisões. Todavia o tema não é esse, e sim uma continuação do tema de mudança de hábito.

Por diversas vezes na vida nos deparamos com situações em que as pessoas dizem que sabem o que devem fazer, sabem das atitudes que precisam ser tomadas, mas não conseguem seguir com seu intuito.

Lembro-me que há anos atrás meu amigo Pablo comentou sobre uma pregação do pastor Russel Ched (me perdoem se o nome estiver errado) que falava acerca de Jesus. Não me recordo bem o tema, mas o certo é que a palavra levou a platéia ao choro. Havia muita comoção naquele lugar. Todavia o que mais me chamou a atenção foi que após aquelas pessoas se recomporem, o pastor lhes disse: o que mais impressiona é que mesmo diante de tanta emoção, de vocês terem tomado ciência do que estou lhes dizendo, ao saírem daqui e voltarem para seus quartos, dormirem e acordarem, vocês voltarão aqui amanhã da mesma forma que chegaram aqui hoje. Não preciso dizer que houve mais choro da parte dos que ali estavam, porém aquelas palavras eram reais.

Nas nossas vidas temos essa tendência. Nos perdemos em meio a tantas coisas que nos chamam a atenção, que não temos tempo para assimilar uma palavra boa que nos foi dita, um ensinamento novo que nos foi passado, um treinamento que acabamos de receber.

Na vida, se não somos pressionado a mudar de atitude, se não temos um ambiente propício a essas mudanças nada ocorre. Somos impelidos a permanecer como estamos. A realidade é que precisamos de grande esforço para rompermos nossos hábitos atuais e substituirmos eles por outros melhores. Além disso, é preciso ter um desejo sincero de mudança.

Eu confesso que sofro com isso a cada dia. Mesmo diante de um problema de saúde (hipertensão) não estou conseguindo condicionar meu corpo à prática de atividade física. Até acredito que se eu estivesse em condições de voltar a jogar tênis meu ânimo voltaria, mas a ficar fazendo apenas caminhada e esteira, estou “enrolado”...
Um abraço a todos.

Pensamento

“Devemos nos tornar a mudança que desejamos ver no mundo” – Mahatma Gandhi

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Mudança de hábito.

Há muito tenho tentando mudar diversos hábitos que tenho. Um dos motivos desse querer é o meu atual estado de saúde. Ele requer de mim uma mudança extrema. Só que não consigo, e isso me frustra.

James C. Hunter, autor bastante citado por mim, diz o seguinte: “Está provado que os hábitos passam por quatro estágios antes de serem incorporados a nosso comportamento”.

Seriam esses estágios:

1 – Inconsciente e sem habilidade: é nosso estado natural ante algo que não conhecemos. Tal como antes de eu me dedicar ao meu Blog. Eu não sabia nada a respeito de como fazer, dos instrumentos necessários e etc.

2 – Consciente e sem habilidade: Nesse momento já tomamos consciência que queremos algo. Nosso ser “se tocou” que algo de novo surgiu, mas não possuímos nenhum tipo de habilidade específica para faze-lo. É como meu primeiro dia tentando criar um Blog. Eu não sabia nada sobre as ferramentas utilizadas, sobre como fazer as postagens. Todavia eu já estava interessado em criar um Blog. Nesse estágio se não temos força de vontade o projeto vai pro brejo. O constrangimento pode vir a nos afastar de nosso intento. Mas com um esforço a mais saímos da inércia.

3 – Consciente e com habilidade: Nesse ponto já sabemos como fazer e temos a habilidade necessária para tal. É uma fase de conforto para nosso ser. Fico pensando na minha filhinha com a testa “roxa” de tanto cair, nas suas tentativas de “correr pelo mundo afora”. Quando ela atingir essa fase os acidentes serão bem menores. Mas não é o fim. Nesse estágio precisamos praticar bastante para nos tornarmos experientes.

4 – Inconsciente e com habilidade: Aqui você já não precisa pensar muito no que fazer. Nosso comportamento já se tornou natural. Vejo muito isso com as pessoas que tem o hábito de tomar café. Há bastante tempo atrás elas nem conheciam o famoso pó preto. Depois elas interagiram com aquele líquido escuro sem saber bem de onde ele vinha. Depois de um tempo eles já conhecem o fruto vermelho do qual se chega ao produto final. Já hoje em dia, eles naturalmente se dirigem à garrafa que fica em cima da mesa, enchem seus copos e voltam para suas mesas. Muitas vezes eles nem lembraram quantos copos de café tomaram durante o dia. Isso se deve ao fato de que o “tomar café” se tornou um hábito para eles. O mesmo processo vale para pentear os cabelos, escovar os dentes, estar aqui na frente do computador terminando essa postagem. Quando a gente se dá conta, já terminou...
Um abraço a todos.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

All or Nothing

Nessa vida muitas vezes estamos diante de um tudo ou nada. Outro dia estava vendo um vídeo da Cher (All or Nothing) e me interessei pela a letra da música. Ela diz muito a respeito do que vive em jogo em nossas vidas... No fundo, no fundo, a quem estamos enganando? Quais são os nossos reais sentimentos? Com quem nos importamos? A quem desejamos? Quem nos preocupa? Sabemos disso? Muitas vezes estamos em busca de algo, mas nossa procura se dá no escuro, em meio às sombras... Quantas vezes estamos próximos, porém tão distantes... A verdade é que na vida ninguém está disposto a esperar para sempre, qualquer que seja essa espera...


Ive been standing out in the rain

Ive been calling your name

Got that lonely feeling again

Calling out your name

Do you hear me? do you want me?

Baby its all or nothing now

I dont wanna run and I cant walk out

Youre breaking my heart if you leave me now

Dont wanna wait for ever

Who do you think you’re fooling

Who do you think you’re fooling

Baby its all or nothing,

Baby its all or nothing now

Ive been trying to get to your heart

But Im chasing shadows

We keep falling further apart

So near and youre so far

Do you care now? do you know how?


Cher - All Or Nothing (Tradução) Lyrics

Tudo ou nada

Eu tenho estado parada na chuva

Eu tenho chamado seu nome

Tenho me sentido solitário novamente

Chamando seu nome

Você me ouve? Você me quer?

Baby é tudo ou nada agora

Eu não ajo com pressa E não estou fora

Você esta partindo meu coração Se você me deixar agora

Não espero para sempre

Quem você pensa que está enganando?

Quem você pensa que está enganando?

Baby é tudo ou nada

Baby é tudo ou nada, agora

Eu tenho tentado conseguir o seu coração

Mas eu estou perseguindo sombras

Nós nos mantemos distante

Tão próximo e você esta tão distante

Você se preocupa agora? Você sabe como?

Baby é tudo ou nada, agora

Eu não ajo com pressa E não estou fora

Quebra meu coração se você deixar me

Não quero esperar para sempre

Quem você pensa que está enganando?

Quem você pensa que está enganando?

Baby é tudo ou nada

Baby é tudo ou nada, agora

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Crescimento.

Segundo Allen Wheelis, em seu livro “Como as pessoas mudam”, todo ser humano, para sofrer uma transformação em sua vida, necessita passar por quatro etapas.

A primeira é o sofrimento. A maioria de nós carece de um processo de atrito para sair da sua “zona de conforto”. Eu mesmo aprendi que a dor é força motriz para promover uma mudança. Sempre que somos confrontados acabamos saindo da inércia.

A segunda é a percepção. A percepção envolve um processo de estar atento à maneira como nos comportamos e como influenciamos nossos relacionamentos. Todos temos liberdade de tomar nossas decisões e temos a esperança que essas deliberações nos tornarão pessoas melhores.

A terceira envolve nossa vontade. Por vontade podemos compreender nossas intenções e ações. Sempre que nossa intenção é promover uma mudança, esse intento deve vir acompanhado de uma ação. Para isso é preciso comprometimento amplo no sentido dessa mudança. Na verdade temos que ter a consciência de que como seres humanos devemos estar 100% comprometidos com um processo contínuo de mudança em nossas vidas.

A última obviamente é a mudança propriamente dita. Ela envolve um tratamento sistêmico do nosso comportamento. Independente dos percalços não podemos desanimar. Temos que manter o foco e ter paciência para que a mudança ocorra.

Grandes mudanças ocorrem em pequenas doses diárias.
Um abraço a todos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Agradecimento.

Obrigado a todos pela preocupação com minha saúde. Sei que é uma questão delicada e tenho a consciência de que necessito cuidar melhor de mim. É gratificante ver pessoas preocupadas com o bem estar uma das outras. Espero brevemente estar recuperado e pronto para outra... êpa... pronto para outra não... risos.

Pensamento

"A verdade é que não existe nada de digno em ser superior a outra pessoa. A única nobreza genuína é ser superior a seu antigo eu". - Whitney M. Young Jr.

De volta à ativa.

Bem, o que posso dizer é que estou um pouco melhor de saúde. Ontem à tarde tive mais uma crise de hipertensão, mas foi porque achei que não precisava mais do remédio que estou tomando. Vi que preciso. Então até poder ir a algum médico vou permanecer com o medicamento.

Ainda me referindo ao livro “Como se tornar um líder servidor – Os princípios de liderança de O Monge e o Executivo” de James C. Hunter, falarei de algo que rodeia meus pensamentos de ontem para hoje.

Para alguém desenvolver o seu caráter é necessário que ele tenha tido, desde criança, a participação efetiva do seu lar, da sua escola e da comunidade em si. É no lar que aprendemos os conceitos morais que possuímos e também recebemos a disciplina que carregaremos em nossa bagagem. Na escola e na comunidade colocamos em prática o que aprendemos na forma de um comportamento exemplar.

As pessoas desejam sempre serem melhores com o passar dos anos. É gratificante nos vermos seres melhores do que fomos no passado. Mas o que me intriga são as maneiras como essa questão é vista.

Há algum tempo não tenho me importado tanto com essas melhoras. Desde que me deparei com o TDAH não busco mais essa evolução a todo custo. O que tento entender é como esse transtorno me afetou durante meus anos de vida e como posso viver sabendo das limitações que ele traz ao meu ser.

Ainda ontem me deparei com uma conversa onde minha mãe falava acerca dos filhos. Ela tentava dar conselhos a uma tia enquanto citava a própria família como exemplo. Achei interessante como minha mãe, alheia aos princípios e sintomas do TDAH, ainda insiste em falar que falhou em minha educação. É impressionante como ela, mesmo diante de todo o rigor na educação dos três filhos, ainda se deixa levar por comentários de que ela não foi rígida o suficiente comigo... (Esse é um dos comentários infelizes do meu irmão. Quem sabe se ele convivesse com um filho com uma doença ou um transtorno não mudaria de opinião ou ficaria calado...).

Eu gostaria de falar mais a respeito do que ouvi, mas preciso refletir bastante sobre o assunto. Ademais a postagem lá vai ficando grande demais...

Abraço a todos.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Por um fio...

Venho informar aos amigos que acompanham o Blog que, por motivo de saúde, me ausentei do serviço e do Blog no dia de ontem.
Infelizmente, desde o último sábado, venho apresentando tonteiras, desmaios e enjôos. Pensei que não seria nada, mas infelizmente era...
Na quarta-feira, diante de um mal mais sério, fui parar no hospital e lá diagnosticaram que estou apresentando um quadro de hipertensão. Dura constatação para quem tem apenas 34 anos de idade. Todavia foi isso que aconteceu (e que poderia ter me levado a algo mais sério, tal como um AVC). Graças a Deus não foi.
Diante do exposto quero dizer que no dia de hoje também não farei nenhuma postagem, pois ainda não estou 100% recuperado. Estou tomando remédios para controlar a pressão arterial e tentando suportar as terríveis dores de cabeça.
Já estou com um cardiologista marcado. Vamos ver o desenrolar da coisa...
Um abraço a todos e fiquem com Deus.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Pensamento II.

"Seja paciente, simpático e um bom ouvinte; nao seja arrogante, perdoe, seja honesto e persistente" - James C. Hunter.
Seria esse um pensamento? Acho que não. A frase acima está mais para conselho. Todavia tenho me utilizado dos pensamentos para transmitir conselhos também. Dessa forma, fica o "nosso conselho" como um dos pensamentos do dia...

Personalidade X Caráter

Todos nós possuímos uma determinada personalidade. Muitos afirmam que ela é inerente ao seu ser. Todavia um dos sentidos que encontrei para a palavra personalidade é: “a máscara que usamos para o mundo ver”.

Qual é o seu perfil? Como você descreveria a sua personalidade? Você é do tipo sociável? Extrovertido quem sabe? Ah, você é daqueles agressivos? Simpático quem sabe? Essas são características que apresentamos no nosso dia a dia. Mas elas não são referentes ao nosso caráter.

Nosso caráter é descrito como aquilo que está “gravado” em nós. É a moral que temos. O caráter é aquilo que somos por debaixo de nossa personalidade. Ele está abaixo da máscara que usamos.

O ser humano desenvolve sua personalidade nos primeiros anos de vida. Antes dos 10 anos de idade a pessoa já apresenta a sua máscara para a sociedade. Por outro lado, seu caráter é desenvolvido ao longo dos anos. E esse desenvolvimento não termina nunca.

Uma pessoa chamada “de caráter” é aquela que tem predisposição para fazer a coisa certa. Independente do custo que o bem exija, lá está a nossa moral nos empurrando para o seu lado. Tal como Jesus disse: fazer o bem a quem amamos é fácil. Difícil é fazer o bem (a coisa certa) contra a nossa vontade, àqueles que não temos nenhuma afeição.

Para se ter um bom caráter é necessário ter princípios. Por isso entendi que na minha vida os melhores princípios a serem seguidos são os de uma vida cristã. Não que minha vida cristã seja um modelo a ser seguido. A questão foi a escolha que fiz. Eu abracei a Cristo como modelo de vida.
Um abraço a todos.

Pensamento

"O tipo de pessoa que nos tornamos depende apenas de nossas decisões, não de nossas condições". James C. Hunter

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Presente.

No dia do meu aniversário ganhei um presente que tem sido muito valioso para mim. Meu grande amigo Pablo me presenteou com um livro que fala acerca da “espiritualidade na prática”. O que o livro tem demais? Ele nos mostra como podemos “encontrar Deus nas coisas simples e comuns da vida”.

O livro é um relato da vida de Jacó. De uma maneira fantástica o autor (Paul Stevens) nos mostra como os momentos que vivemos em nosso dia a dia podem ser transformados de uma maneira maravilhosa pela presença de Deus. Apesar de estarmos permeados pelo que é “terreno”, “secular”, o livro nos mostra como enfrentarmos os desafios do nosso cotidiano utilizando como nosso maior aliado o “Deus de Abraão, Isaque e Jacó”. O nosso Deus.

Espero poder aprender mais sobre o propósito de Deus para a minha vida através da leitura envolvente dessa obra. Talvez tenha essa esperança por me identificar com esse patriarca da Bíblia que aos nossos olhos não poderia ser visto como um exemplo de vida cristã.

“Vemos Deus iluminando todas as passagens da vida de uma pessoa – o nascimento, a juventude, a chegada da fase adulta, o sair de casa, o estabelecer-se numa profissão, casar-se, tornar-se pai ou mãe, retornar às raízes, tornar-se avô ou avó e finalmente dizer adeus a este mundo” (pág. 13).

Há pouco tempo atrás me vi identificado na figura do nosso filósofo Nietzsche. Creio que seja melhor me aproximar de uma figura cristã, tal como Jacó, que mesmo com todos os seus defeitos e exageros, foi plenamente abençoado por Deus. Não que eu esteja condenando a minha semelhança de sentimentos com os de Nietzsche. Estou apenas caminhando para uma identidade mais próxima.


“No Cristo encarnado, Deus está completa e finalmente “conosco” uma vez que os anjos de Deus incessantemente sobem e descem sobre o Filho do Homem, Jesus”. (Jo 1:51) (pág 79 – livro).

Um abraço a todos.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Questão de opção II

O ser humano possui um dom único de poder refletir sobre a sua vida. A partir dessa reflexão podemos, através do nosso livre arbítrio, efetuar mudanças em nossas vidas. Essas mudanças muitas vezes envolvem a nossa natureza humana. Portanto, deveríamos ter a consciência de que é uma enorme responsabilidade ter a liberdade de decidir o que fazer com a própria vida.
Pensem nisso.

Questão de opção.

Para nos tornarmos líderes primeiramente passamos por uma tomada de decisão. Sim, temos que decidir sermos líderes. A partir desse momento, conseqüentemente estamos dispostos a fazer a coisa certa. E a coisa certa passa pela humildade, pelo respeito, honestidade, paciência. Todas essas características são reveladoras de nosso caráter.

Para exercermos influência sobre as pessoas ao nosso redor precisamos, acima de tudo, disposição para sermos exemplo para elas. Além disso, é necessário servir. Basear-se apenas no autoritarismo não é nenhuma vantagem. Difícil é liderar e servir ao mesmo tempo, tornando assim essa última maneira a ideal para todos nós.

Um abraço a todos.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Pensamento II.

C. S. Lewis disse uma vez: "Cada vez que você faz uma opção está transformando sua essência em alguma coisa um pouco diferente do que era antes. E, com as inúmeras escolhas feitas ao longo de sua vida, você está gradualmente se transformando numa criatura celestial ou numa criatura infernal".
Pensem nisso.
Um abraço a todos.

Pensamento.

"A exigência final da liderança eficaz é a conquista da confiança. Se não for assim, não haverá seguidores. E a única definição de um líder é alguém que tem seguidores". - Peter Drucker.

Amor e Disciplina.

No meu dia a dia tenho grande facilidade de demonstrar o meu afeto pelas pessoas que trabalham comigo. Como já disse anteriormente cada um é tratado em particular como sendo um filho. Todavia ainda me falta saber conciliar esse afeto com a excelência no ambiente de trabalho. Resumindo: preciso aprender a abraçar e também a dar uma palmada quando necessário.

Alcançar esse equilíbrio é uma coisa difícil, mas a felicidade de todos depende da minha habilidade em conseguir tal feito. Essa conciliação no ambiente de trabalho faz com que não tenhamos conflitos.

Fazendo um paralelo dentro do ambiente de produção, o que é mais necessário: quantidade ou qualidade? Na verdade precisamos das duas coisas... um meio termo entre um e outro.
Um abraço a todos.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

CAMPANHA CONTRA A PEDOFILIA

Está escrito em nossa Constituição em seu artigo 227: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.

Hoje, 14 de fevereiro de 2008 estamos participando da Blogagem coletiva ou postagem coletiva proposta por minha amiga Luma, pela DEFESA DA INOCENCIA E CONTRA A PEDOFILIA. Foi com grande satisfação e obrigação que aceitei o convite para fazer essa postagem, afinal de contas a causa é mais do que nobre.

Ninguém pode negar que o principal veículo de divulgação da pedofilia é a Internet. Esse é um mercado que movimenta milhões de dólares por ano ao custo de nossas crianças indefesas. É inaceitável ver que pessoas usufruem seres indefesos em prol de seu prazer. Todos nós temos que nos movimentar em favor de acabar com essa exploração. A Denúncia ainda é nossa maior arma, mas devemos sempre estar atentos e pensativos sobre novas formas de acabar com esses abusos. Acredito que a conscientização também é uma forma fundamental de trabalho. Digo isso não só me referindo aos internautas, mas principalmente aos políticos pelo mundo a fora no sentido de criarem leis mais rígidas não só para punição dos culpados como também de fiscalização da Internet. Temos que lutar para acabar com o livre acesso a esses sites “imundos”.

Eu, como pai, tenho extrema preocupação com o futuro de minha filha. O assédio que nossas crianças recebem na Internet é constante e mal fiscalizado. Antes mesmo de minha pequena ter acesso ao computador, já tenho a preocupação em relação aos meio que usarei para bloquear determinados acessos que ela terá na Internet.

Precisamos dar um basta nesse tipo de crime e na impunidade que assola nossa sociedade. Temos que valorizar nossas crianças e preservar valores tão sagrados em nossas vidas. Nesse pequeno espaço procuro fazer um pouco. Faça você também sua parte.

DENUNCIE. Quem denuncia salva! Salva as crianças e a si mesmo!

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.

"Art. 241. Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores ou internet, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente:
Pena - reclusão de 2 (dois) a 6 (seis) anos, e multa.
§ 1º Incorre na mesma pena quem:
I - agencia, autoriza, facilita ou, de qualquer modo, intermedeia a participação de criança ou adolescente em produção referida neste artigo;
II - assegura os meios ou serviços para o armazenamento das fotografias, cenas ou imagens produzidas na forma do caput deste artigo;
III - assegura, por qualquer meio, o acesso, na rede mundial de computadores ou internet, das fotografias, cenas ou imagens produzidas na forma do caput deste artigo.
§ 2º A pena é de reclusão de 3 (três) a 8 (oito) anos:
I - se o agente comete o crime prevalecendo-se do exercício de cargo ou função;
II - se o agente comete o crime com o fim de obter para si ou para outrem vantagem patrimonial." (NR)
Um abraço a todos.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Pensamento II

"Disciplinar não é punir e humilhar as pessoas. O objetivo é levá-las para o caminho certo, ajudando-as a se tornarem melhores". - James C. Hunter.

Pensamento.

Vince Lombard disse: "Meu amor é incansável. Não devemos dizer que nos importamos com aqueles que lideramos se evitamos confrontá-los quando têm um desempenho insatisfatório".

Você está fazendo a sua parte?

Nem sempre sei se estou sendo honesto quando adentro em meu ambiente de trabalho. Explico: Se ao passar meus dias dentro da empresa em que trabalho eu não cobro das pessoas os resultados esperados, o empenho esperado ou, se por um acaso eu não confio naqueles que estão ao meu lado, simplesmente estou enganando aqueles que pagam meu salário. Parece forte demais? Pois não é.

Ninguém se beneficia quando eu falho em minhas obrigações. Num primeiro momento pode até parecer que sim, mas efetivamente não há quem lucre com isso. Primeiramente aqueles que estão diretamente relacionados a mim saem perdendo por não se tornarem profissionais mais competentes. Exatamente. De que adianta passar um, dois, três anos em uma empresa e sair de lá sabendo o mesmo tanto que sabia quando você entrou? A empresa então, nem se fala. Ela em nada ganha com minha displicência. Ah, já sei! Quem ganha é a concorrência? Ela pode sim se beneficiar dessa situação, afinal de contas do lado de cá estaríamos andando igual caranguejo. Mas quem mais se beneficia da minha falta de zelo sou eu mesmo. Ganho ao evitar alguns problemas e também ao evitar contestação.

Assim sendo, meu empenho tem sido na direção contrária. Não quero ser responsabilizado por nenhuma situação quando deixar de prestar meus serviços à empresa para a qual trabalho nem tampouco ser criticado por aqueles que trabalham comigo. Não sou nem quero ser insubstituível. Sei das minhas limitações, principalmente daquelas decorrentes do meu transtorno (TDAH). Convivo com a realidade de ser desatento, “desfocado”, desorganizado. Mas não posso deixar de ser culpado por minhas ações.

Não há nenhum favor quando não pressionamos as pessoas que trabalham conosco a darem o melhor de si. Seríamos egoístas se não os incentivássemos a serem o melhor possível.

Sempre digo para alguns dos meus colaboradores que toda vez que meu setor recebe uma crítica da diretoria da empresa essa crítica é diretamente para mim. Sou eu o responsável pelo baixo desempenho. São as minhas atitudes que não foram suficientes para evitar que aquele problema acontecesse.

Portanto não só para mim como para todos serve essa mensagem: Não podemos fracassar em fazer a coisa certa. Precisamos e devemos ser mais disciplinados, pois para isso é que fomos contratados.

Um abraço a todos.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Pensamento II.

"Até onde você vai na vida depende de ser terno com os jovens, compadecido com os idosos, simpático com os esforçados e tolerante com os fracos e fortes. Porque em algum momento da vida você vai descobrir que já foi tudo isso".
George Washington.
Eu já percebi isso em minha vida. Tem pessoas que convivem comigo que me acham doce, afetuoso, gentil, ponderado. Por outro lado exitem aqueles que me acham grosseiro, cabeça quente, estourado, amargo. Qual será o motivo? Acho que é a maneira como encaro meus relacionamentos. Isso precisa mudar... e é urgente!

Compromisso.

Com o que somos compromissados? A quem somos fiéis? Quais são as nossas escolhas?

É necessária boa dose de comprometimento da nossa parte se quisermos nos ater aos compromissos que firmamos durante nossas vidas. Desejamos a todo instante que as pessoas que estão ao nosso redor se tornem melhores, mais eficazes, mais eficientes. Todavia qual o nosso comprometimento com essas mudanças?

Outro dia em uma conversa, cheguei na conclusão de que um compromisso exige de nós coragem de fazer a coisa certa. Digo isso moralmente falando. James C. Hunter cita Martin Luther King em um de seus livros e a passagem é: “A estatura moral de um homem não é a sua posição em momentos de conforto e conveniência, mas em momentos de desafio e controvérsia”.

Assim sendo, descobri que nas minhas relações não importa muito como eu me sinta e sim a maneira que me comporto. Meu comportamento é chave para saber qual é o meu caráter.

Vou citar uma passagem de C. S. Lewis, um dos autores preferidos de alguns cristãos que conheço. Ela diz o seguinte: “Não percam tempo se preocupando se vocês amam o próximo – ajam como se amassem. Vocês vão descobrir que, quando se comportam dessa maneira, dali a pouco passarão a amá-lo”.

Um abraço a todos.

Pensamento.

O que é honestidade? - Bem um significado bem simples que encontrei em uma de minhas leituras é: "Não tentar enganar ninguém".
Estou pensando se posso me enquadrar dentro dessa perspectiva. Acho que não...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Tristeza.

Hoje amanheci extremamente triste. Amanheci e permaneço triste. O motivo é simples. O motor do meu carro “fundiu” nesse final de semana. Exatamente. Ontem, por volta das 15:30 percebi que algo não ia bem com meu carro. Parecia falta de água, apesar de ter colocado água nele antes. Não foi por menos. Em poucos instantes o motor ferveu, fumaça para todos os lados e o carro já não funcionou mais. Acredito que o problema era alguma mangueira do sistema de arrefecimento do carro que estava gasta e provocou um vazamento. Independente disso, estou a pé e com um prejuízo enorme. Deve ser algo em torno de uns R$2.500,00. Nada mal para quem está com as contas no vermelho... Alguém tem alguma sugestão???? (risos)
Um abraço a todos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Voltando a Nietzsche.

Relatarei agora mais uma das passagens do livro que me chamou a atenção. Em uma determinada passagem (página 150) o autor atribui um diálogo ao Dr. Breuer e ao Professor Nietzsche no qual a questão principal é a motivação.

Ao ser questionado acerca de sua motivação no tratamento de Nietzsche, Dr. Breur apenas diz que cada um pratica a sua profissão. Tal como um cozinheiro em sua cozinha, um contabilista em seu escritório, uma costureira sentada em sua máquina de costura.

A resposta veio através de um simples: “isso não é motivação, isso é um hábito”. Exatamente. No nosso dia a dia estamos tão somente envolvidos com nossos hábitos. Mas o que nos motiva?

Onde está nossa consciência nessa questão? Quais são os nossos interesses quando estamos trabalhando, nos relacionando? As nossas escolhas são movidas pelo quê?

Será que em algum momento da vida fazemos alguma coisa que não seja baseada tão somente em nosso eu? Será que agimos de forma altruísta com alguém? Não sei. As motivações humanas me parecem bem distantes disso.

Uma vez escutei uma pregação do Pastor Ivênio na qual ele alegava que nós não amamos nossa cara metade. Isso mesmo. Segundo ele o sentimento que temos não é amor pelo próximo, pelo cônjuge, mas apenas por nós mesmos. Segundo Nietzsche, satisfação com as “sensações agradáveis que tal amor produz em você” (pág. 151).

Isso é frustrante para pensarmos. Mas talvez seja verdade.

Um abraço a todos.

Perdoando.

Ontem após levar uma bronca devido a um problema ocorrido em um dos processos do escritório, parei para refletir acerca do perdão.

Acho que é impossível alguém não cometer um erro na vida. Todos cometemos erros. Nossos pais, nossos amigos, nossos subordinados e nossos chefes. Na vida sempre tem uma pessoa trocando os pés pelas mãos. Isso é fato.

Às vezes as mágoas que temos advém do fato de uma determinada pessoa não se empenhar da maneira como esperávamos. Talvez ela não tenha se esforçado o suficiente. Todavia devemos imaginar se o problema não é apenas de limitação, imperfeição. Imagino como deve ser fácil trabalhar e estar ao lado de alguém que é perfeito...

Não que devamos ser permissivos em nosso dia a dia. Apenas estou refletindo sobre a maneira que o mundo tem nos feito agir com nossos semelhantes. Os sentimentos têm ficado de lado e apenas os resultados são valorizados. Isso é uma pena.

Todos nós deveríamos capacitar o outro informando a ele acerca do problema ocorrido, tratando a situação e, após o fato, relevar o que passou. É claro que nem todo comportamento é aceitável. Estou falando apenas daquelas situações que são totalmente remediadas, mas mesmo assim fazemos um espetáculo em cima dela.

Acredito de coração que o perdão deve sempre ser exercido. O orgulho não nos leva a lugar nenhum.

Um abraço a todos.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Pensamento.

Devemos nos atentar ao fato de que humildade é a ausência de orgulho, arrogância e pretensão; comportamento autêntico".


Será isso um pensamento? Acho que não. Mesmo assim fica "sendo".

Paciência.

Ter liderança requer paciência. Paciência é uma característica do caráter de alguém. Essa paciência diz respeito a (principalmente) reagir de maneira adequada em situações em que o nosso temperamento é colocado à prova.

Agora como pensarmos acerca de reação, sem antes pensarmos em nossos princípios morais? Precisamos estar seguros de nós mesmos no tocante a sermos acessíveis e aceitarmos opiniões contrárias a nós. Eu confesso que tenho extrema dificuldade de enfrentar opositores.

Agora o que estou aprendendo ultimamente é acerca da atenção que dispenso aos que trabalham comigo. Não me custa nada gastar parte do tempo ouvindo o que as pessoas têm a dizer, bem como encoraja-las a serem ousados no pensar. Procuro apreciar as pessoas que trabalham comigo.

Procurem tratar aos outros com pequenos atos de atenção. Ademais procurem encorajar as pessoas que estão ao redor a compartilhar tanto o conhecimento que elas têm, bem como as experiências de vida das mesmas. Dessa maneira todos estaremos influenciando o ambiente no qual nos encontramos.

Dentro dos relacionamentos humanos muitas expressões são mais do que bem vindas, principalmente quando você agradece, ou se desculpa com alguém. Sendo assim não se canse de dizer “obrigado” e “me desculpe”.


Um abraço a todos.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Pensamento.

"Desde que me sinta bem em relação a alguma coisa, posso dizer que a amo. O amor é sempre um sentimento positivo". - James C. Huntes.
E você, pode me responder: "O amor é o que o amor diz ou o amor é o que o amor faz?"

Surpresa.

Ontem à tarde fui surpreendido pelos "meus filhos" aqui do escritório. Não me passou pela mente que eles poderiam fazer uma festa surpresa para mim faltando ainda alguns dias para meu aniversário.

Grata surpresa. É muito satisfatório saber que as pessoas com as quais trabalho tem respeito e admiração pela minha pessoa. Gostaria de compartilhar aqui que o sentimento que tenho por elas é recíproco. Tenho-os na mais alta estima.

Um “parabéns a você”, uns salgadinhos, um pedaço de bolo e muitos sorrisos. Apesar do meu dia ontem ter sido dos piores, cheio de problemas, essa singela homenagem me fez esquecer por um tempo todos os transtornos do dia. Sábios meus filhotes que souberam a hora certa de me trazer alegria ao coração.

Deixo aqui a frase escrita em uma placa que recebi como presente de aniversário. Ela é, para mim, o foco principal em meu ambiente de trabalho:

“Nenhum de nós é tão bom, quanto todos nós juntos” – Déa Dornas.

Essa frase está escrita em um “banner” pregado na porta da minha sala. Quando da última feira de artesanato no Expominas, comprei-o como forma de incentivar e motivar as pessoas que trabalham comigo. Pela retribuição de ontem, acredito que minha intenção tenha dado certo.

Obrigado a todos pelo carinho.

Um abraço a todos.

Pensando.

“Tudo que não me mata, me fortalece”. – Nietzsche.


Continuando a minha fala sobre o livro “Quando Nietzsche Chorou”, me deparei com um pensamento que me perturba. No livro Yalon pondera sobre muitas vezes a pessoa optar por sua doença por se achar beneficiado por ela. Será que tenho esse problema?

Não estou bem certo disso, mas fiquei ressabiado com o que li. De alguma maneira pode o ser humano fazer opção, como o autor diria, inadvertidamente, por uma doença através de uma vida que lhe traga estresse? Pode fazer sentido. Eu mesmo me sinto sempre em uma rotina estressante.

Mas nem sempre foi assim. Desde pequeno manifesto os sintomas do meu transtorno e naquela época não havia estresse em minha vida. Todavia algumas outras coisas podem ter mais significado como as dores insuportáveis que venho sentindo no meu ombro e nas costas.

O próprio fato de optar por uma vida sedentária (se não jogo tênis não faço mais nada), pode ter me levado a esse quadro clínico. Talvez diga mais, me sinto como que dentro de uma bola de neve, aonde um fato vai gerando outro e por assim em diante até me deparar com um problema imenso.

Mas como me livrar do estresse? Não posso abandonar o trabalho (maior fonte), pois preciso do meu sustento. Quanto à faculdade nem se fala. Já consegui fazer esse curso virtual... Quanto aos problemas familiares, o que dizer deles? Viver dentro de uma rotina? Nem me fale disso. Sendo assim não sei como eliminar tanto estresse da minha vida. Talvez, quem sabe, me mudar para uma praia e abrir uma barraca de coco?

Tenho que refletir mais.

Um abraço a todos.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Pensamento

"Os erros dos seres humanos são causados pela ignorância das próprias motivações deles". - Nietzsche.

En Passant.


Hoje não seria dia de postagem. Sempre “posto” cedinho e quinta acabo chegando mais tarde ao trabalho. Todavia resolvi escrever assim mesmo.

Vamos lá...

Há algum tempo tenho pensado acerca dos meus sentimentos. Retornando ao tema do livro “Quando Nietzsche chorou”, mais uma das passagens que me intrigou foi a parte que o autor trata de pensamentos que temos que se encontram alojados em algum lugar de nossa mente que permanecem inconscientes. A expressão exata é: “tinha que haver um reservatório de pensamentos complexos no cérebro, além da consciência, de sobreaviso, prontos para a qualquer momento serem arregimentados e marcharem até o palco do pensamento consciente”.

Acredito que não sejam apenas pensamentos, mas também sentimentos. Sentimentos que tento desvendar durante meus dias. Infelizmente não tenho obtido sucesso nessa procura o que tem me deixado “pra baixo”. Queria ter certeza dos meus pensamentos e sentimentos. Pensei até em fazer algum tipo de psicanálise de forma a ser colocando em um “transe” que me trouxesse à mente o que necessito saber (não sei se estou divagando).

“Os pensamentos são as sombras de nossos sentimentos: sempre mais escuros, vazios e simples”. – Nietzsche.

No fundo no fundo queria saber o que me leva a ter determinados sentimentos que me fizeram ter tanta empatia com Nietzsche. Mau humor, temor de ser traído, gostar de isolamento, sofrer de insônia com pensamentos nada bons...

Talvez uma resposta para mim seja o estresse. Há tempos ouço pessoas me dizerem que estou estressado, mas não sei ao certo se é isso. Tenho que refletir a respeito.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Campanha - Participem!!!

A Luma está promovendo uma companha contra a pedofilia. Essa é uma causa mais do que nobre. Já confirmei minha presença na postagem coletiva para o dia 14 de fevereiro e peço a colaboração de todos nessa campanha. Participem!!!

Pensamento II

Uma das frases célebres de Nietzsche foi: "A recompensa final dos mortos é não morrer nunca mais!"
Sei que estou falando de um filósofo, de um grande nome da história humana, mas sinto discordar dele. Para mim, que acredito em Deus, temos em vida esperança de recompensa muito em Jesus. Com fé aguardamos um prêmio muito maior da parte de Deus.
Um abraço.

Deixe o “eu” para depois.

Todos nós estamos cansados de presenciar pessoas que só pensam em si próprias tomar os mais diversos tipos de atitudes. Sempre nos deparamos em nossas vidas com indivíduos que não conseguem se desvencilhar da vontade de ver o seu “eu” vir em primeiro lugar.

Ainda nesses dias estava refletindo sobre como as coisas deveriam andar dentro de um ambiente de trabalho. É certo que todos nós adoramos sermos reconhecidos pelos nossos feitos individuais, mas raramente vi crescimento onde apenas um se destaca. A grande “sacada” de um líder ou quem sabe de qualquer um, é entender que apenas com um objetivo coletivo maior as coisas caminharão e, quem sabe, seus esforços particulares serão reconhecidos.

Dentro de um determinado processo as pessoas envolvidas devem abdicar de seus interesses em prol do coletivo. Se o “todo” estiver sendo reconhecido, seus esforços singulares têm chances bem maiores de serem vistos.

Você pode até me dizer que se você mesmo não pensar em si, ninguém mais o fará. Todavia será isso uma verdade? Eu tenho experiências bem diferentes com as pessoas que trabalham comigo. Sinto respeito da parte delas e a recíproca é verdadeira. Tenho a convicção de que muitos deles me admiram e o sentimento que tenho é o mesmo em relação a eles.

Agora, como constituir uma família, por exemplo, se você não pensa em mais ninguém além de si mesmo? Isso seria impossível. Não dá para ter ao redor pessoas dependentes de nós e não nos importarmos com isso. O sentido de família passa longe disso. Filhos, por exemplo, não são brinquedos que guardamos assim que nos cansamos deles. Nossas crianças permanecerão em nossas vidas por longo tempo e sempre serão dependentes de nós.

O mais engraçado é que todas as vezes que nos sentimos incapacitados, nervosos, atribulados, a melhor coisa a se fazer não é buscar ajuda para si mesmo. Pelo contrário. A resposta certamente está em procurar alguém para ajudar, pois assim que deixarmos nosso “eu” de lado, ele simplesmente deixará de gritar em nossos ouvidos, simplesmente por não estarmos mais dando atenção a ele.

Ajude alguém. Sempre tem algum necessitado perto de nós, basta olhar para o lado e não para dentro de si mesmo.

Fica no final da postagem um pensamento para o dia: “Quando eu faço o bem, me sinto bem” – Abraham Lincoln.


Um abraço a todos.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Abraça-me



Abraça-me

David Quinlan

Composição: David Quinlan


Quero ser como criança

Te amar pelo que És

Voltar a inocência e acreditar em Ti

Mas as vezes sou levado pela vontade de crescer

Torno-me independente

e deixo de simplesmente crer.


Refrão:Não posso viver longe do Teu amor, Senhor.

Não posso viver longe do Teu afago, Senhor.

Não posso viver longe do Teu abraço, Senhor.

Abraça-me, abraça-me,abraça-me, abraça-me,

Abraça-me com Seus braços de amor.

Serviço.

“Você não precisa ter um diploma para servir... Só precisa ter um coração generoso e uma alma movida pelo amor”. – Martin Luther King Jr.


Faz algum tempo que não retorno ao tema "servir". Talvez uma palavra que me traz de volta ao tema seja: sacrifício. Isso se deve ao fato de ser necessário fazer alguns sacrifícios se queremos servir aos outros com um coração sincero.

Quem sabe não tenhamos que abrir mão do nosso eu, da nossa soberba, da nossa ambição, do nosso poder? Mas a reflexão vai um pouco mais fundo. Muitas vezes a necessidade é de não querermos ser admirados e tampouco termos respostas para todos as indagações. Eu mesmo acredito sofrer desse mal. Sempre fico agoniado quando não tenho respostas na ponta da língua para as perguntas que me são feitas. Talvez ainda seja pior quando a pergunta foi dirigida a outro, pois ali está a maneira ideal de “aparecer”. Contudo luto contra esse sentimento dentro de mim. Procuro criar a cada dia uma repulsa a esse sentimento.

Estar em uma posição de liderança requer sabedoria. Nem sempre é hora de sermos servidos, como o posto de líder faz-nos querer. Entretanto penso o contrário. Uma vez que a pessoa se encontra em um cargo de liderança ela tem maior facilidade em poder ajudar aos outros. Independente de quem seja. Basta saber que alguém requer de nós a atenção. Quem está no poder tem a prerrogativa de abrir mão da sua situação e servir de bom grado ao próximo.

Nenhum de nós necessita de nada, simplesmente nada além de boa vontade para começar a fazer diferença no mundo. Ah, você está pensando quão grande o mundo é. Certo que tal começar pelo seu estado, município, bairro, comunidade, ambiente de trabalho, faculdade/escola? Sempre há espaço para alguém que queira fazer diferença praticando boas ações.

Comece a fazer a sua.

Um abraço a todos.

Pensamento.

Mais uma identificação com uma das passagens do livro "Quando Nietsche chorou":


- " Toda minha vida se tornou uma viagem e começo a sentir que meu único lar, o único lugar familiar para onde sempre retorno, é minha doença".
Tão familiar me soa essa frase. Tão apegado me vejo ao meu transtorno. Será que existe razão para tanto? Pare de pensar... pare de pensar... pare de pensar...

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Irreconhecível.

Quando estava lendo o livro “Quando Nietzsche chorou” me deparei com várias coisas com as quais me identifiquei. Como disse anteriormente, acredito que muitas pessoas devem se identificar com as passagens do livro, portanto não sou o único no mundo.

Todavia quero compartilhar alguma das impressões que tive em minha leitura. Acho até que não são impressões, são sentimentos semelhantes.

Uma das passagens que me chamou a atenção é a do Dr. Breuer se olhando diante do espelho (página 72). Naquele momento Breuer se depara com sua imagem diante do espelho. Essa imagem em nada lhe agrada, pois a idade já o estava incomodando. Tanto a barba, como o cabelo (ou a falta dele), bem como os dentes, a fisionomia mais velha, e não podia me esquecer, os fios brancos em sua barba.

O livro diz que Breuer detestou o reflexo no espelho. E o que me chamou bastante a atenção foi o fato dele olhar dentro de seus olhos e não encontrar mais juventude.

Esse é o sentimento que tenho. De estar velho demais, de ter perdido a minha juventude. Talvez até mesmo pelo fato de estar impossibilitado de jogar tênis devido à lesão no ombro esse sentimento tenha se agravado.

Tal como o Dr. Breuer, tenho visto diante de meus olhos a imagem de alguém mais velho, quem sabe de meu pai. Mas o que mais me impressiona é saber que, provavelmente, ainda terei uns 30 a 40 anos pela frente (se Deus permitir). Esse pensamento também me perturba. Sinto-me como se tivesse que ficar esperando que esses anos se passem para assim ter cumprido meus dias... Não me sinto forte o suficiente para tentar fazer algo diferente, recomeçar, continuar.

Os anos são cruéis para aqueles que não estão dispostos a envelhecer. Ainda mais para aqueles que precisam, pelo menos, amadurecer e encarar os problemas da vida de frente.

Sinto a falta de Deus...

“Que mais no mundo se lhe faz preciso?”.


Um abraço a todos.

Pensamento.

Outro dia recebi um e-mail interessante. Na verdade é uma história meio velha que roda a Internet de tempos em tempos. Ela relata um diálogo de um professor universitário com seus alunos. Em determinado momento o professor questiona seus alunos sobre a existência de Deus. Diante da resposta positiva a respeito da existência, o professor refuta a resposta alegando que não pode existir um Deus em um mundo com tanta maldade. Todavia um aluno se levanta e questiona o professor acerca da existência ou não do escuro e do frio, alegando que eles são nada menos que a inexistência da luz e do calor. Mediante o espanto do professor o aluno continua sua explanação e termina dizendo:

“O mal simplesmente não existe, ele é tão somente a ausência de Deus”.

Essa frase foi atribuída a Albert Einstein.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Meu Livro.

De agora em diante colocarei um elemento na barra à esquedra do Blog no qual manterei atualizado o andamento do meu livro. A intenção é apenas receber de vocês incentivo e mais do que isso motivação para continuar a escrever. Peço a todos que se importam comigo e com esse projeto que orem por mim para que eu possa lograr sucesso nessa empreitada.
Obrigado.

Pensamento II

No mesmo livro citado a pouco, li outra passagem que me chamou mais a atenção. Ela versa sobre uma frase de Napoleão Bonaparte:

"Alexandre, César, Carlos Magno e eu fundamos impérios, mas em que baseamos nossas criações geniais? Na força. Jesus Cristo fundou seu império baseado no amor e até hoje milhões de pessoas morreriam por Ele".
Me vejo incapaz de acrescentar algo mais a esses pensamentos de hoje...
Um abraço a todos.

Pensamento.

Outro dia lendo uma passagem de um livro de James C. Hunter, li algo que me chamou a atenção.

Ele fala sobre H.G. Wells, famoso historiador que mesmo sendo ateu, proferiu as seguintes palavras:

"Sou um historiador, não um crente. Mas não posso deixar de reconhecer que aquele pregador indigente de Nazaré é inegavelmente o centro da história. Jesus Cristo é de longe a figura mais dominante de toda a história".
Mesmo um ateu não conseguiu ficar cego diante de tamanha verdade...

Simplesmente Amor.

Sempre que amamos, objetivamos nossas vidas. Amar é dentre muitos conceitos, conhecer alguém e simplesmente se alegrar com a sua existência. Quem ama procura conhecer o outro intimamente e de maneira plena, todavia sem se sentir dono do outro. Quem ama se esquece do seu eu e se sacrifica pelo próximo.

Como é difícil assimilar esses conceitos. Pensando profundamente a respeito do sacrifício, vejo que falta amor em minha vida e sobra egoísmo. Falta comprometimento com aqueles que estão próximos a mim. É certo que não estamos ligados a esse mundo para sempre, mas certamente além dele existirão mais do que lembranças.

Penso que na nossa vida não deveríamos ter ninguém exercendo o papel principal. Nenhum ator ou atriz deveria tomar conta do palco de nossa existência. Cada pessoa que passa por nós durante nossa vida deveria receber muita atenção. Deus age dessa maneira conosco. Ele se porta de forma que todos os seus filhos façam parte da Sua história.

O amor é tão valioso a ponto de ser remédio para nossa alma. Ele é a fonte de motivação para tocarmos o barco em frente.

Acho que vou parar por aqui. Percebi o quanto é difícil falar sobre amor, pelo menos no meu caso. Preciso aprender mais sobre ele para tentar discorrer um pouco mais sobre suas virtudes.
Um abraço a todos.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Fazendo justiça.

O que é Justiça? Pensando rapidamente me vem a mente que um conceito prático é: dar aos outros aquilo que eles merecem.

Algumas pessoas merecem ser amadas, honradas, respeitadas. Outras, segundo nossos olhos merecem ser punidas. Todavia quem somos nós para acharmos isso? Será que existe tanta inocência em nossas vidas para assim requererermos que ocorra com outras pessoas?

Lendo a Bíblia, que é meu livro de cabeceira, tenho o entendimento de que vivemos em um mundo fracassado, de pecados. Um mundo onde todos pecaram e estão carentes da glória de Deus. Dessa maneira, me vem à mente apenas que a melhor recompensa que podemos requerer, não só em nossas vidas, mas também na dos outros, é a misericórdia.

É comovente a passagem bíblica que fala da mulher adúltera. Enche-me os olhos ver que diante de toda aquela multidão raivosa, Jesus diz apenas que aquele que não tivesse pecados que fosse quem atirasse a primeira pedra. Mas o que mais chama a atenção é o final do texto, onde Jesus pergunta à mulher onde estão aqueles que eram seus acusadores. Como não havia mais ninguém presente, visto que todos somos pecadores, Jesus se volta para aquela mulher e lhe diz: Ninguém te condenou? Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais. – João 8:7-11.

Maravilhoso o desfecho desse encontro. Mas vale lembrar que Jesus diz à mulher que ela não deve pecar mais. Todos merecem o nosso perdão. Independente do feito contra nós. Todos merecem ser livres. Livres do nosso grilhão. Dessa maneira estaremos sendo misericordiosos com o próximo da mesma maneira que Deus foi conosco.

Nessa vida devemos estar cientes de nossas falhas e fracassos. De modo que teremos maior facilidade em conceder o perdão ao próximo. Se fomos agraciados por Deus, qual o motivo de não compartilharmos tamanha graça?

A Bíblia nos incita a dar... Dar de maneira que receberemos de volta, em boa medida, recalcada, sacudida, transbordante e generosa. Da maneira com que medirmos aos outros, certamente será a medida que será usada em nós. – Lc 6:37-38.

Por fim meus amigos pensem nisso: Muitas vezes na vida, alguém tem que desistir de determinada coisa de forma que outros possam tê-la. De certa forma isso é profundo demais para mim...

Um abraço a todos.