sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Quando me amei de verdade.

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Charles Chaplin

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Continuando...

Ontem recebi um comentário em minha postagem do Blog feito por uma pessoa anônima. Independente do anonimato, ela me contava um breve relato de uma situação envolvendo um portador de TDAH e solicitava alguma dica/ ajuda com o caso. Bom, respondi que hoje falaria um pouco mais a respeito (o que já estava previsto). Minha cara anônima, espero que lhe ajude.

Ana Beatriz, em seu livro “Mentes Inquietas” e especificamente no capítulo que falei ontem, cita diversas dicas de convivência com um portador de TDAH. Quero aqui resumir parte delas e pincelar com as minhas experiências relacionadas a cada uma delas. Espero ser claro.

A primeira dica vai para os portadores de TDAH. Creio que vale para qualquer um, mas vamos lá: escolha uma pessoa especial, que acima de tudo (à exceção de Deus), goste da gente. Veja as virtudes e os defeitos dela, e analise se o perfil se adéqua a você.

Agora o restante que envolve portadores e pessoas que convivem com um:

1 – Procure saber mais acerca do TDAH. Tem muita literatura interessante falando a respeito. Eu mesmo recebi de presente de aniversário (hoje!!!) dois livros super interessantes. Tal fato vai lhe ajudar a entender os “mecanismos” de funcionamento de um TDAH e evitará muitos desgastes.

2 – Um portador de TDAH é constantemente motivado por estímulos. Não se esqueça disso. Como exemplo temos esportes, participar de projetos, comprar livros (esse é um dos meus exemplos!), tomar café (outro exemplo em que me encaixo!). Adrenalina, ah... fortes emoções...

3 – Cada ser humano tem sua maneira de ser e de pensar. Tente se colocar no lugar do outro para enxergar as coisas de um jeito diferente.

4 – Seja sincero. Sempre esteja pronto para ouvir e tardio para falar (já ouvi isso na Bíblia antes...). Não tenha medo de ser rejeitado por isso. Todos nós temos qualidades e defeitos.

5 – Acho que todo TDAH devia ter um tempo reservado para ser somente seu. Isso ajuda a trazer equilíbrio próprio. Muitas vezes os parceiros não entendem isso.

6 – Lembre-se: pequenas atitudes, e gestos, podem fazer milagres. Um telefonema, um e-mail, lembrar de algo que lhe foi pedido, compartilhar um momento juntos (filme, café, etc.) faz muita diferença.

7 – Nunca dê uma resposta que não seja aquela que quer dar. Quer seja sim, ou não, mais uma vez, seja sincero. Para um TDAH, fazer algo que não quer, torna-se um martírio, uma tortura. Entendam esse ponto. Eu mesmo sei como isso é importante!

8 – Se possível for, faça um tratamento médico (os remédios são caros) com o devido acompanhamento psiquiátrico e psicológico. Isso ajuda bastante. Fiz isso durante um ano. Procurei durante esse período me entender e me aceitar. Ajudou bastante.

9 – Por ser TDAH você sempre estará sujeito a se deixar levar por algum estímulo novo. Procure pensar bastante antes de se aventurar.

10 – Não se sinta frustrado em deixar que a pessoa mais organizada do relacionamento tome a frente de algumas questões do casal, principalmente da vida financeira. Não tem defeito nisso.

11 – Crie o hábito de elogiar o seu parceiro (isso faz tanta diferença – para qualquer um). Vocês não sabem o quanto um elogio levanta o moral de um TDAH. Ele por natureza se sente um fracasso.

12 – Sua vida amorosa já deve ter muitos problemas. Tente se envolver apenas com eles, e deixe a vida dos outros um pouco de lado (eu não sei fazer isso. Vivo dando conselhos para os outros).

13 – Não se culpe por seu parceiro ser um TDAH. Ajude-o. Essa aventura vai ser interessante. E não fique o tempo todo pensando no que fazer por ele. Tente aceitar, conviver e viver com essa pessoa.

14 – Não se torne o que Ana Beatriz chama de “zelador(a)” em sua casa ou relacionamento. Não cabe a você a responsabilidade de “achar tudo que está perdido”, organizar a bagunça do outro, pagar todas as contas, assumir todas as responsabilidades, etc. Cada um tem que ter o seu papel bem claro dentro do relacionamento. Isso até mesmo ajuda quem tem TDAH.

15 – O portador de TDAH normalmente é pego absorto em seus pensamentos. Ficam literalmente “viajando” e esquecem o mundo ao seu redor (eu sou assim constantemente, bem mais do que gostaria). Esse é um fato que cria muitos problemas no relacionamento. Peço a vocês: tentem entender isso. Não tem nada a ver com você especificamente. É a natureza do TDAH ser assim!

16 – Não permita que o portador de TDAH cometa abusos. Quer sejam eles de qualquer natureza. Podem ser físicos, verbais, ou qualquer outro que exista. Tudo na vida tem limite. (eu aprendi desde cedo que, se você agride a outra pessoa, quer dizer que não a respeita e não faz mais sentido o relacionamento). Essa questão para mim é primordial. Ninguém nessa vida merece ser agredido da maneira que seja em seu relacionamento. Conselho meu: se o TDAH está mais impaciente, deixe-o de lado. Daqui a pouco passa. E digo isso por experiência própria. Às vezes não leva nem 10 minutos.

17 – Cada vitória alcançada deve ser comemorada como se fosse uma “medalha de ouro”. É importante para o casal e para o TDAH ver que está progredindo, que as coisas estão caminhando. Converse sempre com seu parceiro. Uma boa conversa faz milagres com um TDAH (acho que com qualquer um!).

18 – Muitos dos portadores de TDAH possuem uma dependência de determinadas pessoas. Esse é um tópico para falar mais um pouco depois. Procure ter relações saudáveis. Eu, até pouco tempo, dependia muito de minha mãe...


Depois falo mais um pouco a respeito de tudo isso. E até parece que eu acredito que não sou mais dependente da minha mãe... Deve ser porque ando meio magoado...

Um abraço a todos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Back to TDAH.

Cá estamos nós, de volta ao TDAH. (o “Cá” foi em homenagem à Papaty – que trabalha comigo).

Em seu livro “Mentes Inquietas”, Ana Beatriz Barbosa e Silva trata do assunto: “TDAH e a Vida Afetiva”. Esse é um tema interessante para se falar um pouco a respeito. A autora cita, ao começo do capítulo, um trecho da música “Exagerado”, de Cazuza. O pedacinho citado diz: “Paixão cruel, desenfreada, te trago mil rosas roubadas, pra desculpar minhas mentiras, minhas mancadas”.

Bom, concordo quando a autora cita também Carlos Drummond de Andrade e diz que amar se aprende amando. Conviver com um portador de TDAH é bem por aí. Claro que muitos vão se identificar com essa frase, mas no nosso caso, necessitamos de um pouco mais de “talento” da parte de quem se relaciona conosco.

Calma, não estou querendo assustar ninguém (risos). Estou apenas lembrando, ou comentando, que acima de tudo, somos: desatentos, impulsivos e hiperativos. Estamos constantemente dentro da montanha russa citada pela autora.

Falo com conhecimento de causa. Conviver com um portador de TDAH, sabendo-se levar, pode ser uma aventura maravilhosa. Somos amorosos, românticos, apaixonados, intensos. Todavia permeados pela tríade citada mais acima.

O que quero dizer com isso (estou mesmo querendo dizer algo?) é que, sabendo-se levar o relacionamento, a aventura pode ser das melhores. Não que eu queira, imitando uma propaganda de cerveja, dizer: “experimenta, experimenta, experimenta”. Entretanto, tal como era encontrado tempos atrás, você pode se deparar com um “romântico das antigas”, e viver uma relação permeada de surpresas (boas, imagino).

O TDAH se apaixona, ama, sonha. É capaz de dedicar horas do dia pensando na pessoa amada e em como será (ou é) perfeito o relacionamento. Talvez você receba flores e mais flores, poemas, lembranças, bilhetes, bombons, chocolates, etc, etc, etc. Somos assim!!!!

Fiquei impressionado ao ler as passagens do livro (Mentes Inquietas). Nunca vi identificar tanto com palavras escritas por alguém que não me conhece...

Mas e os problemas da relação? Eles não existem? Estão descartados da convivência amorosa do TDAH? Claro que não. Impossível, imagino eu. Porém existem muitas dicas preciosas para essa convivência (e essas dicas, como sempre digo, valem para qualquer relacionamento). Por hora, vou me deter apenas numa questão básica. Você já tem alguém extremamente apaixonado, romântico, andando “a mil por hora” no relacionamento. Então, creio eu, basta fazer uma “forcinha” apenas, para que o relacionamento consiga se tornar duradouro e com crescimento constante.

Não sei ao certo (ainda estou aprendendo comigo mesmo e com as leituras que faço), o que acontece quando a coisa não vai bem, quando a chama se apaga. Mas vale o conselho que dou para qualquer pessoa: não deixe a chama apagar. Esse é o segredo dos relacionamentos. Mantenha o fogo aceso, com “combustível” suficiente para manter a relação aquecida.

O texto lá vai ficando grande. Então vou dividi-lo. Amanhã volto a falar um pouco mais sobre os caminhos e as dicas de relacionamento para se conviver com um TDAH. Na verdade as dicas são mais da Ana Beatriz Barbosa e Silva (um anjo, pelo que escreveu e pela revolução que trouxe em minha vida). Aqui no Blog, vou apenas pincelando, ao meu modo, o que ela diz, associando à minha vida.

Um abraço a todos.

A Divina Comédia – Dante Alighieri

Paraíso.


“E eu: “Por filosófico inquirir
E Autoridade que daqui descende,
Deve-se em mim esse Amor imprimir;

Que o Bem, enquanto bem quando se entende,
Assim o Amor acende, e tão maior
Quanto mais de bondade em si compreende.

Logo, pra Essência, que é tão superior
Que um Bem que fora dela se comprova
Só um reflexo será do seu fulgor,

Mais que pra outra, convém que se mova
A mente, amando, daquele que sente
A verdade que há na prova.

Essa verdade explica à minha mente
O Sábio que demonstra o primo amor
De qualquer imortal criado ente.

A explica a voz do verdadeiro Autor
quando diz a Moisés, de Si falando:
‘De todo Bem vou mostrar-te o valor’.

Tu também mo demonstras, começando
Teu grande livro que apregoa o arcano
Daqui, por lá, melhor o revelando””. (página 182)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Persuasão.

Persuasão: Ato ou efeito de persuadir, convencer, induzir.

Essa é uma questão que tem me saltado aos olhos recentemente. Creio que todos nós estamos mediante alguma situação em que, ou estamos tentando persuadir ou estamos sendo persuadidos. Não são raras as vezes em que nos pegamos em meio a tentativas de convencer uma ou mais pessoas acerca daquilo que acreditamos ou queremos. Ao mesmo tempo estamos diante de pessoas que tentam nos induzir a fazer aquilo que lhes apraz.

Fico imaginando se não estamos diante da Saga de “Guerra nas Estrelas”, onde Jedis e Sith travam diversas batalhas nas quais se utilizam da “Força” para influenciar os seres ao redor. Até mesmo entre eles, existe a tentativa de convencimento. Tanto o Lord Sith tenta convencer os Skywalkers (Anakim e Luke) a irem para o lado negro da força, como Luke, em "O Retorno de Jedi", tenta mostrar a Darth Vader que ainda existe o bem dentro dele. Palavras fortes, impactantes, que geram influência.

É impressionante como somos passíveis de sermos influenciados. Existem estudos e pesquisas que mostram casos em que simples “rotulações” podem alterar o ambiente e influenciar socialmente as pessoas. Algo como no exemplo acima, no qual o simples fato de dizer a alguém que sente existir o bem dentro dela pode mudar seu comportamento (no filme, Darth Vader acaba salvando Luke do Lord Sith, manifestando claramente o “bem” que ainda restava dentro dele).

Tento ser diferente. Ou pelo menos acho que sim. Procuro manter diálogos abertos com as pessoas na tentativa, tal como já falei quando citei a teoria da ação comunicativa de Habermas, de chegar a um entendimento. Mas isso não é fácil, nem simples. Nem sei se existe razão, convencimento, certeza, que não tenha partido de uma influência qualquer. A minha vontade é a de sempre deixar perguntas para as pessoas. Vou conversando e questionando, levantando pontos específicos nos quais creio que a pessoa deva refletir. Mas não me furto de opinar a respeito e é nesse ponto que cometo meu erro. Ao opinar, estamos tentando influenciar a pessoa na nossa direção, porém não sei ao certo como fazer para evitar tal atitude.

Vou continuar pensando a respeito na busca de uma resposta que me seja satisfatória. Enquanto isso, vou tentando influenciá-los com meus textos...

Um abraço a todos.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Simple the Best.

Muitas das pessoas próximas a mim sabem da minha paixão pelo tênis. E também sabem do fato de ser eu um fã de carteirinha de Roger Federer. Na minha opinião, o melhor jogador de tênis de toda a história, mesmo estando ciente que é sempre difícil compararmos tenistas de épocas diferentes.

Mas isso não vem ao caso. Mesmo tendo dormido depois das 3 da manhã, não me furtei a levantar às 6 e 30 para acompanhar a final do Austrália Open (primeiro Grand Slam do ano). A final envolvia Roger Federer e o britânico Andy Murray. O jogo foi mais tranquilo do que eu esperava. Todavia o que interessa é o 16º título em torneios dessa grandeza obtidos pelo suíço. Agora, são 2 a mais do que Pete Sampras (outro ícone do esporte).

Abaixo coloco uma foto do mestre do tênis, após receber seu troféu. Ele realmente é simplesmente o melhor (simple the best). Claro que seu maior rival, Rafael Nadal, está contundido novamente. Porém isso não é da conta do suíço. Ele vem fazendo sua parte e mantendo o físico mais em dia do que muito garoto 6, 7 anos mais novo que ele. Por isso mesmo acho ele excepcional. Vamos ver se temos mais surpresas nesse ano, ou melhor, mais do mesmo...






sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Sem palavras.

Ontem a noite se estendeu até próximo de 1 da manhã. Para quem acorda por volta das 4, isso não é muito animador. O interessante é que, apesar de ter várias coisas em minha mente, diversos temas que gostaria de falar a respeito, acabei ficando sem palavras.

Tem dias, os chamados "dias daqueles", que nos tornam mais propícios a não querer nada, a não falar nada. São dias que nos fazem ser menos.

Fico aqui com uma frase do Sr. Augusto Cury, em seu livro "O Futuro da Humanidade".

"A maior aventura de um ser humano é viajar,
E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram.
No fundo, o leitor é o autor da sua história..."


Essa frase é demasiadamente forte para mim. Pra ser sincero, me leva às lágrimas. Bom, chorar não é novidade para mim. Sou emotivo demais.

Falo isso mais por ficar pensando que realmente "é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas e descobrir o que as palavras não disseram. No fundo, o leitor (para mim qualquer um), é o autor da sua história..."

Me perdoe o Sr. Cury, por fazer esse pequeno adendo à sua frase. Penso que qualquer um é capaz de escrever a sua própria história. E escrevê-la de uma forma bem feita, tal como aqueles cadernos de certas meninas que tinham em minha sala, quando garoto: margem certinha, bordas coloridas, cada matéria separada por uma cor diferente, bem encapado, asseado, em alguns casos com adesivos, lembretes... tudo bem perfeitinho, pelo menos à maneira da dona do mesmo.

E você, qual é a sua história, ou melhor, qual o livro você está lendo nesse instante e em qual parte do enredo da sua vida você está?

Sei lá, estou triste demais para continuar escrevendo.

Um abraço a todos.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Esse é um tema que já falei acerca dele. Pelo menos eu acho. Todavia resolvi por questões pessoais, voltar nele.

Fé, segundo o livro de Hebreus, é a certeza das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se vêem. Fé, dentre outras coisas é a manifestação de que acreditamos em Deus, e que Ele é quem nos recompensa nessa vida e na vida vindoura. É através da fé que obtemos testemunho de que somos justos (como Abel), que agradamos a Deus (como Enoque), nos tornamos herdeiros da justiça (como Noé). Pela fé podemos oferecer a Deus o nosso melhor, sem riscos (como Abraão), e podemos, muitas vezes, fazer o que fisicamente nos é impossível (como Sara). Pela Fé, podemos nos livrar do pecado e ver aquilo que nos é invisível.

Em minha opinião, ter fé não é acreditar que Deus possa ou não fazer algo, mas sim confiar que Deus já tem feito muito em nossas vidas. A Fé real crê na resposta já existente em Deus, nesse instante, no momento presente, mesmo que não possamos vê-la, nem senti-la.

Vejo a Fé muitas vezes manifesta através da oração de muitas pessoas. Pessoas que dobram seus joelhos diante de Deus, e que sempre estão dispostas a agradecer a Ele pelas bênçãos já alcançadas e também “mantê-lo” ciente dos desejos do nosso coração. Ore a Deus.

Manifeste sua fé acreditando nas coisas que Ele já tem feito eu sua vida e naquelas tantas outras que ainda serão feitas. Ore por aqueles que lhe são próximos, mas não deixe de pedir misericórdia e amor, para com os que lhe são distantes e às vezes não tão queridos.

Lembre-se acima de tudo que a fé, mesmo que do tamanho de um grão de mostarda pode mover montanhas (Mateus capítulo 17). Com fé, nada nos é impossível.

Um abraço a todos.